- continuação
- Eu oque? Se for falar, fala logo não tenho o dia todo moleque.
- Alice eu sinto muito, por tudo que aconteceu, me sinto culpado por não estar presente nesse momento da sua vida, e.. - antes que terminasse ele é interrompido.
- Se for pra se lamentar, e ficar com remorso, e com falsos sentimentos, passar bem, e quer saber? Não quero saber oque tem a me dizar, vou nessa.
- Não, por favor deixa-me terminar, me escuta.
- Diz.
- Eu tive problemas familiares, e fui morar por uns tempos na California, eu não soube do que ocorreu com seus pais, fiquei sabendo quando cheguei aqui, como havia dito te mandei e-mails mas você não respondeu. Eu necessitava ir, e agora tô aqui com você, e eu te amo, diga que precisa de mim o tanto quanto preciso de ti.
- Era só isso? Como eu havia dito, não me venha com falsos sentimentos.
- Alice..
Eu sai com uma enorme frieza no rosto e um aperto no peito, eu queria abraça-lo, mas meu orgulho e minha razão tal qual eu nem sei se ainda estou certa, isso tudo falava mais alto e eu não sederia, algo me dizia que aquela explicação não era concreta, não era real, algo oculto tinha ali, e eu não sabia oque era. - Pov's Henri on
Ah minha vida está conturbada, uma verdadeira merda, no trabalho nada de novo aparece, o assassino (a) só mata cada vez mais, e nenhuma pista de quem seja. Isso tá me dando nos nervos. A Alice me esnoba, eu à amo, mas está difícil aturar suas patadas e sua frieza, eu errei, e menti pra ela sobre ir pra Califórnia blá blá blá, me sinto uma merda, um idiota total, queria tê-la em meus braços sobre minha proteção e carinho, ela é tão frágil, insegura, pequena, queria tê-la pra nunca mais perdê-la, mas nem tudo é como queremos.
Quando saí de meus desvaneios, me deparo com Andrew me fitando com cara de esnobação, e rindo de mim, provavelmente da minha expressão. Andrew era um grande amigo meu, ele também fazia parte do FBI (já contei a vocês que faço parte do FBI? Estou investigando um causo sobre um assassino que anda matando executivos de muito sucesso, há tempos, e não descobri nenhuma informação sobre ele, e é aí que entra a história do chá de sumiço que dei quando os pais de Alice morreram, eu estava treinando pra entrar no FBI quando isso aconteceu, Andrew é meu parceiro, ele investiga e observa as pessoas que suponhamos suspeitas).
- Hey Henri acorda cara, cê tava falando de novo com aquela esquisitinha man?
- Não fale assim dela.
- '' Aiiin Não fala assim dela'' Parei.
- É sério porra, eu amo demais desde pequeno mas ela não me dá a mínima - Andrew gargalho alto, com maldade.
- Cara tu não percebe oque tá fazendo? Você só falta entrar em prantos por causa da esquisita da Alice, tanta menina gostosa, linda, legal se jogando ao seus pés, e você correndo atrás dela.
- Cara, ela não é esquisita, ela é Minha Alice e não quero mais ningém além dela.
- Tá, tá, cansei de ouvir isso, se quer sofrer, fique a vontade, vamos embora? O sinal tocou e não quero ficar aqui.
Pov's Alice on
Henri e suas mentiras, acha que vou cair nelas, acha mesmo? Coitado. O pior de tudo é que esse babaca não sai de meus pensamentos, quem vê até pensa, mas é óbvio que não gosto dele, porque gostaria? Certo? Só porque ele é perfeito, carinho, e conheço ele desde minha infância, só por isso? Af merda. Mas isso tudo é mentira, ele me abandonou. Mas e se ele me ama mesmo? E se eu estiver cometendo um erro? E se? Droga, droga.
Mal conseguia respirar em meio as lágrimas, corri pro banheiro, me tranquei, e chorei, chorei, como nuna havia chorado desde a morte dos meus pais, em meio aos soluços, já não sabia mais o motivo de minhas lágrimas.
- Então gente, vamos sábado no bob's?
- Ain, não sei.
- Gente, espera silêncio, eu conheço esse choro. Alice? ..
- Acho que não é ela não, Bella.
- É ela sim Patty, cala a boca.
- Hey meninas não briguem.
- Sthefany, fica quieta.
- Alice .. é você?
- Vão embora - diz Alice com muito esforço, devido ao choro.
- ALice..
-Eu não quero falar com você, vão embora, já disse.
Alguns minutos se passaram, Alice achou que as meninas tinham ido embora, quando se depara com uma cabeça em baixo, a menina estava deitada de bruços, observando-a.
- Ooooooooooi - a mesma sorri para ela.
- Oooi - essa vinha de cima, Bella havia subido no vaso do banheiro ao lado.
- Oooi - essa vinha de Patty que provavelmente teria subido em cima da que estava deitada.
- Patty gorda sai de cima de mim.
- Sthefanny cala a tua boca.
Enquanto as três discutiam, Alice lembrava da época em que era feliz, em que matava aula todas juntas e se divertiam.
continua
quarta-feira, 20 de março de 2013
segunda-feira, 18 de março de 2013
Undercover - cap 1 !
- Me chamo Alice, tenho 18 anos, meus pais foram assassinados quando eu tinha apenas 13 anos de idade, eu não estava em casa quando isso ocorreu. Sou dona da empresa Sanders do meu falecido pai, não tenho paciência para essas coisas, então meu mordomo Oliver cuida dos negócios para mim. Quando meus pais foram enterrados eu fiz uma promessa pra mim mesma, pra vida toda, eu iria procurar esse assassino até no inferno, custe oque custasse, cujo fosse matar qualquer que se intrometesse no meu caminho, eu o acharia, e mataria lentamente e dolorosamente.
Mas falando assim parece ser fácil, mas não é, a muitos anos venho tentando acha-lo, parece quase impossível, sofro de esquizofrenia tomo Saroquel, estudo na merda do colégio Albert Einstein. Usamos uns uniformes que sinceramente são horríveis, as meninas usam saias pretas, blusas brancas e gravata preta, e os meninos calça preta, blusa branca e gravata preta, eu como tenho um estilo alternativo, e não gosto de ser iguais aos outros, coloco meias arrastão com botas meio cano, uso alargador 4mm, batom vermelho pra realçar a cor dos meus cabelos pretos e lisos, e pra destacar meus olhos azuis uso delineador coloco meus óculos escuros, pois o sol de manhã é dos inferno.
Já havia terminado de me arrumar e fui pro inferninho, fui com minha Harley Davidson vermelha mas eu estava de saia, e deveria me comportar como uma ''moça decente'', então escolhi ir com meu Dodger Charger preto, ele era o queridinho da mamãe. Liguei o som, e logo começou a tocar AC/DC eu amava essa banda, depois que meus pais morreram aderi um novo estilo, combinava até mesmo com minha personalidade, depois de assassinar pessoas eu ouvia músicas, pra não sentir remorsos, me distrair, e agir normalmente.
Estacionei no pátio da escola, logo desci e me deparo com as mal amadas e mal comidas, só perdia Samantha Kellutz a rainha das putas, uma líder de torcida qualquer, ainda mato elas, mas meu objetivo era outro, eu lutaria por ele até o último dia da minha vida. Entrei na escola e sinto um fervor, pois as cocotinhas olhavam e cochichavam, mas foda-se, os moleques me olhavam de boca aberta não dei moral entrei na sala, sentei-me e comecei a ler o livro Haryy Potter e a Ordem da Fênix que eu adorava, por um instante desviei minha atenção olhei á minha frente, e lá estava ele Henri Owen o cara que tirava o folego de qualquer uma, menos o meu afinal eu o conhecia a muito tempo, ele era o meu amor de infância que hoje não é nada além de um moleque que se acha, e me dá nojo. Pois no momento mais difícil que precisei ele não estava lá, simplesmente sumiu da face da terra, e eu encarei sozinha, como sempre estive e estou.
Quando me dou conta já havia um tempo que o encarava, ele deu um sorriso eu desviei o olhar, e continuei a ler, sem ao menos o olhar senti que havia deixado-o confuso. - No fundo eu ficava mal em agir assim com ele, éramos unha e carne, irmãos, amigos, e eu sempre o amei, não como irmão ou amigo, como algo a mais, sempre, mas eu devia agir assim, eu necessitava ele tinha me abandonado, e eu não era mais aquela menininha boba, que perdoava qualquer coisa, meiga, e sabia sorrir.
Num susto fui despertada de meus devaneios, ele havia se levantado e vindo direto a mim.
- Oiiiiiiii porque me virou a cara, a noite não foi boa é? - ele disse num tom, engraçado, como sempre agia comigo, há um tempo atrás.
- Oi, se você não vê estou ocupada. - Falei friamente, com uma pontada no peito, mas sem deixar transparecer, era uma especie de amor e ódio.
- Nossa. Vou fingir que você veio falar comigo como uma pessoa decente, me deu abraço e disse que sentia minha falta. Mas e como você está?
- Cara, sai daqui. Primeiramente quem vê pensa que se importa comigo perguntando isso.
- Nossa que agressividade, é lógico que me importo com você. Que eu fiz hein?
- Oque você fez? Me deixou sozinha quando meus pais faleceram, eu encarei sozinha, e você? Onde você estava? Você sumiu, não deu sinal, e quando soube do acontecido não fez nada. Na onde você tava? Você me deixou.
- Eu.., você ignorou todas as vezes que tentei falar contigo, você não respondi meus e-mails, e eu não tinha tempo nem pra respirar, mas eu fiquei mal por isso.
- É e ficou fazendo oque, que não teve tempo todos esse anos? - - Eu.. é.. - E por pura sorte, o sinal tocou e não houve tempo dele me contar, mas eu percebi no tom de sua voz sua hesitação, e sabia que ele mentiria, e gaguejaria.
A aula começou, e eu fiquei me corroendo por dentro pois queria saber onde ele estava todo aquele tempo, mas não queria perguntar nem demonstrar interesse, por mim que se foda, porque eu importaria? O tempo foi passando, as aulas voaram, eu não prestei atenção, estava em meus devaneios diários. O sinal tocou e já era o intervalo.
Não quis sair da sala, não queria ver a cara daquelas pessoas, peguei meu livro e voltei a tentar ler, só que em vão minha mente martela uma única coisa. Onde será que ele estava? Oque aconteceu? Será que se importava? AH quer saber foda-se, porque me importaria com isso não é? Quando sai de meus devaneios, me deparo com ele na minha frente.
- Não vai sair da sala não é?
- Não ia, mas agora deu vontade quando te vi. - Fechei o livro fortemente, soquei na mochila, e fui saindo.
Ele me puxou pelo braço com força, e me encarou por um tempo, quando foi se aproximando na tentativa de me beijar, me envolvendo minha cintura em seus braços, com ternura e força eu o empurrei e chutei e sai.
- Espera me desculpa, eu vou te explicar oque aconteceu, volte aqui por favor, e prometo te deixar em paz, por favor.
- Então diz.
- Eu..
domingo, 17 de março de 2013
Undercover- 1
undercover é nosso novo imagine espero que gostem portanto aqui vai uma sinopse pra vocês. suas lindas
Aproveite cada dia como se fosse o último pois não sabemos o dia de amanhã, e quem você mais ama pode não estar ao seu lado.
Eu acreditava que a vida era um mar de rosas,mamãe sempre me dizia que um dia eu saberia que não era assim que as coisas funcionavam, eu não entendia,afinal minha vida era perfeita até demais pra ser verdade.
Eu era filha única,era apaixonada pelos meus pais,pela vida.
vez ou outra meus pais brigavam mas sempre acabavam se acertando,como todo casal,apesar de minha pouca idade,apenas 8 anos sabia muito bem oque eles faziam depois, nos finais de semanas saímos juntos,sempre fui mimada,me sentia uma deusa, e meu pai era o meu amado. Na escola,tinha muitos amigos/colegas/conhecidos, me dava bem nas matérias, os professores apesar da rigidez eram ótimos. E sim, eu tinha um amor,afinal quem não tem um amor na infância? Minha vida era perfeita aos meus olhos, mas infelizmente eu não sabia como era o mundo lá fora.
Nessa época era tudo tão perfeito,era realmente apaixonada pela vida,tinha vontade de viver mas tudo foi se desmoronando aos meus olhos oque antes era perfeito e lindo,oque um amor de infância causava agora não fazia mais sentido, conheci a pior dor que uma criança poderia conhecer, o mundo era tão cruel não me deu tempo nem de conhece-lo, só a vida só me apunhalou pelas costas,minha amada vida me decepcionou e foi nessa época que aprendi que contos de fadas não existe, finais felizes não existe,muito menos o bom velhinho,agora poderia ser um maníaco
estuprador de crianças,todo o amor que sentia por tudo, havia se tornado uma grande mágoa e amargura,amargura que criança nenhuma merecia, a dor do luto a minha companheira desde de aquele dia, meus novos amigos agora se chamaram solidão,ódio,dor,luto e sofrimento,chega a ser irônico pra uma criança que era tão feliz não é?...
é isso gente :)
Aproveite cada dia como se fosse o último pois não sabemos o dia de amanhã, e quem você mais ama pode não estar ao seu lado.
Eu acreditava que a vida era um mar de rosas,mamãe sempre me dizia que um dia eu saberia que não era assim que as coisas funcionavam, eu não entendia,afinal minha vida era perfeita até demais pra ser verdade.
Eu era filha única,era apaixonada pelos meus pais,pela vida.
vez ou outra meus pais brigavam mas sempre acabavam se acertando,como todo casal,apesar de minha pouca idade,apenas 8 anos sabia muito bem oque eles faziam depois, nos finais de semanas saímos juntos,sempre fui mimada,me sentia uma deusa, e meu pai era o meu amado. Na escola,tinha muitos amigos/colegas/conhecidos, me dava bem nas matérias, os professores apesar da rigidez eram ótimos. E sim, eu tinha um amor,afinal quem não tem um amor na infância? Minha vida era perfeita aos meus olhos, mas infelizmente eu não sabia como era o mundo lá fora.
Nessa época era tudo tão perfeito,era realmente apaixonada pela vida,tinha vontade de viver mas tudo foi se desmoronando aos meus olhos oque antes era perfeito e lindo,oque um amor de infância causava agora não fazia mais sentido, conheci a pior dor que uma criança poderia conhecer, o mundo era tão cruel não me deu tempo nem de conhece-lo, só a vida só me apunhalou pelas costas,minha amada vida me decepcionou e foi nessa época que aprendi que contos de fadas não existe, finais felizes não existe,muito menos o bom velhinho,agora poderia ser um maníaco
estuprador de crianças,todo o amor que sentia por tudo, havia se tornado uma grande mágoa e amargura,amargura que criança nenhuma merecia, a dor do luto a minha companheira desde de aquele dia, meus novos amigos agora se chamaram solidão,ódio,dor,luto e sofrimento,chega a ser irônico pra uma criança que era tão feliz não é?...
é isso gente :)
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