Me chamo Alice, tenho 18 anos, meus pais foram assassinados quando eu tinha apenas 13 anos de idade, eu não estava em casa quando isso ocorreu. Sou dona da empresa Sanders do meu falecido pai, não tenho paciência para essas coisas, então meu mordomo Oliver cuida dos negócios para mim. Quando meus pais foram enterrados eu fiz uma promessa pra mim mesma, pra vida toda, eu iria procurar esse assassino até no inferno, custe oque custasse, cujo fosse matar qualquer que se intrometesse no meu caminho, eu o acharia, e mataria lentamente e dolorosamente.
Mas falando assim parece ser fácil, mas não é, a muitos anos venho tentando acha-lo, parece quase impossível, sofro de esquizofrenia tomo Saroquel, estudo na merda do colégio Albert Einstein. Usamos uns uniformes que sinceramente são horríveis, as meninas usam saias pretas, blusas brancas e gravata preta, e os meninos calça preta, blusa branca e gravata preta, eu como tenho um estilo alternativo, e não gosto de ser iguais aos outros, coloco meias arrastão com botas meio cano, uso alargador 4mm, batom vermelho pra realçar a cor dos meus cabelos pretos e lisos, e pra destacar meus olhos azuis uso delineador coloco meus óculos escuros, pois o sol de manhã é dos inferno.
Já havia terminado de me arrumar e fui pro inferninho, fui com minha Harley Davidson vermelha mas eu estava de saia, e deveria me comportar como uma ''moça decente'', então escolhi ir com meu Dodger Charger preto, ele era o queridinho da mamãe. Liguei o som, e logo começou a tocar AC/DC eu amava essa banda, depois que meus pais morreram aderi um novo estilo, combinava até mesmo com minha personalidade, depois de assassinar pessoas eu ouvia músicas, pra não sentir remorsos, me distrair, e agir normalmente.
Estacionei no pátio da escola, logo desci e me deparo com as mal amadas e mal comidas, só perdia Samantha Kellutz a rainha das putas, uma líder de torcida qualquer, ainda mato elas, mas meu objetivo era outro, eu lutaria por ele até o último dia da minha vida. Entrei na escola e sinto um fervor, pois as cocotinhas olhavam e cochichavam, mas foda-se, os moleques me olhavam de boca aberta não dei moral entrei na sala, sentei-me e comecei a ler o livro Haryy Potter e a Ordem da Fênix que eu adorava, por um instante desviei minha atenção olhei á minha frente, e lá estava ele Henri Owen o cara que tirava o folego de qualquer uma, menos o meu afinal eu o conhecia a muito tempo, ele era o meu amor de infância que hoje não é nada além de um moleque que se acha, e me dá nojo. Pois no momento mais difícil que precisei ele não estava lá, simplesmente sumiu da face da terra, e eu encarei sozinha, como sempre estive e estou.
Quando me dou conta já havia um tempo que o encarava, ele deu um sorriso eu desviei o olhar, e continuei a ler, sem ao menos o olhar senti que havia deixado-o confuso.
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