Alice pov's on
Andei investigando sobre advogados corruptos, esse últimos anos desde a morte
de meus pais, até chegar ao meu objetivo final, e sair desse vida de tirar a
vida das pessoas ou não. Porque pra ser sincera, eu até gosto do que faço, não to
matando inocentes mesmo. E isso acalma minha ira, e minha sede por sangue
aumenta a cada tortura, a cada vitíma, ou seja, não tem como voltar atrás.
Nesses ultimo dias pesquisei advogado, Daniell Carlos, tinha seus maiores
podres escondidos que vocês poderiam imaginar.
Me aproximei dele, pra pegar uma certa amizade, na maior discrição sem que
ninguém conhecido meu soubesse, fui há festas com ele, dormia com ele, isso
mesmo, inclusive achei muitos papeis interessantes em sua casa depois de uma
noite de loucuras, enquanto ele dormia. Até que hoje resolvi colocar um ponto
final, já deixei ele feliz demais, certo?
Saí da escola, tomei meu querido remédio, e combinei de jantar com ele, fomos
há um restaurante caríssimo, o cara estava louco de amores por mim, super
apaixonado, parecia um adolescente, ele me pediu em namoro e me deu um anel
lindo de diamantes, nossa até parece assim, que sou interesseira e pobre. Mas
tudo bem, eu aceitei pra deixar as coisas mais legais, afinal ele morreria
feliz, nós dois super ''apaixonados'' saímos de lá, felizes e sorridentes,
fomos a sua casa.
Pra comemorar ele abria uma garrafa de vinho, um dos mais caros, e um dos
melhores confesso.. Confesso também que depois do crime roubei a garrafa, não
aguentei. Depois de umas boas doses, e uns amassos de leve, o clima começou
esquentar. O joguei no sofá e subi em cima dele, enquanto ele me despia e eu
fazia o mesmo, houve um momento em que ousou tirar minha luva, sim eu estava
com uma luva preta em ambas as mãos, pra se dizer de charme, mas tudo uma farça
somente para não deixar impressões digitais, eu tinha tudo programado em minha
mente.
- Ora, porque não as luvas, pode atrapalhar mais tarde hein.. - ele disse
ofegante em meio aos beijos e mordidas que eu lhe dava.
- Ah não é nada, é que estou com um leve ferimento nas mãos.. não há de se
preocupar, estou com curativos em baixo.
Não disse nada, já apenas de langerie, e ele apenas com sua cueca box preta, me
pegou no colo e me levou até o quarto, me jogando na parede, pegou nos meu
cabelos puxando pra trás, e beijando meu colo, começando a tirar meu sutiã e eu
sua cueca, já nus, eu tomei o controle e o virei para parede na posição em que
eu estava, peguei em seu membro já excitado há uns instantes, e comecei a fazer
movimentos o masturbando em meios a gemidos dele, Daniell apertava meus seios,
a cada movimento se eu aumentasse, eu apertava com mais sutileza e força, já
chegando ao orgasmo, ele me jogou na cama, passou a mão sobre todo meu corpo,
mordendo, chupando de leve, e me apertando, ele foi me beijando desde o pescoço
até o umbigo, quando ele havia chegado perto da minha intimidade me olhou e deu
um sorriso malicioso. Quando encostou seus lábios e sua língua em minha
intimidade, dei um gemido, enquanto ele me chupava, apertava os meus seios ao
mesmo tempo. Até que não resisti mais, e cheguei ao orgasmo, ele voltou a me
beijar, já sem resistência nenhuma pegou uma camisinha que havia em sua
carteira, a colocou e penetrou em mim. Ambos gemia, e o arranha todo, sem dó.
Quando havíamos chegado ao ápice.. deitados ofegantes.. Eu me levantei já
pensativa ''é agora que vem a parte boa''.
- A onde vai?
- Calma, eu já volto, não acabou.. - disse há ele soltando um sorriso
demoníaco. Voltei com luvas e vestida, sim, vestida, havia uma peça de roupa
minha na casa dele, como eu disse fazia um tempo que estávamos juntos. Cheguei
com algemas, a vitima achando que teria uma noite maravilhoso estava muito
enganado, pedi que sentasse em uma cadeira, assim o fez, e o algemei.
- Oque vai fazer?
- Observa.
Peguei um chicote, ele me olhando com espanto mas volta e meia dava sorrisos
maléficos, achando que ia se dar bem.
- Hoje você tá perigosa hein.. Foi um ótimo dia ter te pedido em namoro.
- HA HA HA HA - dei uma risada nada legal.. - Azar o seu.. - falei enquanto
coloquei com toda força meu pé sobre seu peito com meu salto 15 cm
- C-c-como assim? Você tá louca? Caralho isso dói.. qual seu joguinho? Olha que
to gostando hein..
- Não me chama de louca - lhe dei uma chicotada, ele gritou.. - Como eu disse
só observa, ele já estava se assustando, já pedindo pra ser tirado dali e parar
com a brincadeira, mas em vão, a cada palavra que não me agradava, a cada
suplico era uma chicotada.
- CALA BOCA... -houve silêncio. Houve silêncio por uns instantes, fiquei parada
apenas o olhando.
- Ótimo assim que gosto. Então senhor Daniell, o senhor é um advogado muito
famoso, cheio da grana, bonito, trabalha numa empresa boa hein querido, mas
será que todos sabem de suas fraldes? De seus roubos? Das pessoas que você
mandou eliminar por ganância? Será?
- Do que você está falando garota? Você não sabe com quem você tá mexendo. - cala
a tua boca. Lhe dei um chute na cara
(com salto) ele já estava ferido, por todo seu corpo, e seu rosto também estava
em estado deprimente.
- Olha como fala comigo, você é quem não sabe com quem você está mexendo,
chegou a tua vez de pagar por tudo que você fez. Mas vai ter que me responder
umas coisinhas se quiser viver.
- O quê?
- Quem é que manda tu fazeres, coisa do tipo, pra quem você trabalha? Qual
objetivo de vocês?
- Não vou falar.
Tudo bem já voltou. Passou-se uns instantes, e voltei com uma faca, super
afiada, e passei levemente em seu braço.
- Vai me falar ou prefere morrer?
- Prefiro a morte sua vadia.
Mais um arranhão com a faca.
- É melhor você me falar, aproveita que estou de bom humor, ou posso arrancar
teu pênis e ver chorar de dor seu desgraçado.
- Não ouse fazer isso.
Quando já estava chegando bem perto de seu membro com a faca, ele suplicou.
- Tudo bem, tubem eu falo.
- Ótimo como eu pensei. E então oque vocês querem matando e desviando
dinheiro?
- Eu não sei ao certo o objetivo, nem sei ao certo o nome do chefe, pessoas
como eu não tenho contato com ele, só os que estão mais lá em cima. Só cumpro
ordens, e sei que é pra derrubar uma empresa porque a dele, não é pareô pra que
ele pretende tomar posses, inclusive matou o chefe da empresa há alguns anos,
mas continua de pé do mesmo jeito.
Por um instante perdi o foco, e relacionei as coisas, será que tem a ver com
meu pai, será? Estou a um passo de descobrir.
- E então satisfeita? .Me despertando de meus devaneios
- Ah não, quero saber o nome de quem mataram?
- Isso eu não vou dizer.
Dei uma passada de facada em TODO corpo, ele gritou de dor, suplicando para eu
parar com aquilo, mas não adiantava eu já estava cega por sangue, e ele não me
falava, comecei a tortura-lo, bater, chutar, chicotear. Por último esfaquear, e
o batia, torturava com todo ódio que existia em mim ,e ele gritava implorava
por rendição, mas era tarde.
Quando estava ficando tarde, e conforme o torturava maior era seus gritos,
alguém poderia perceber, e então lhe dei facadas no coração sem dó, até sem
membro foi torturado, enfim vendo ele morrer, e todo aquele sangue espalhado
pelo chão me dei por satisfeita, tirei as luvas, coloquei numa sacola, e peguei
minhas roupas. Ou quase todas, não sei, não prestei atenção, só queria sumir
dali, antes que alguém percebesse, coloquei tudo em minha bolsa, limpei meu
sapato, e sai dali, fui para casa.
Chegando em casa tomei banho, ouvi minhas músicas pós-assassinato, eu
entulhava- as assim, pedi uma comida japonesa, e terminei, de relaxar, fui
dormir, esperando mais um dia, tediante naquela porra de escola.
Henri Povs ON
Chegando ao local do assassinato o mesmo de sempre , corpo em um estado deplorável , gravemente ferido, procuramos , procuramos
e conseguimos achar uma peça de roupa feminina , um short com a bandeira da
Inglaterra , pesquisamos procurando por
digitais e nada. Deixamos os técnicos lá
e partimos para casa.
Henri Povs Off
Alice Povs on
Cheguei na escola como sempre , escutando som alto, com meu
All Star surrado e meu Ray –Ban pretos. Quase fui ao chão , quando Sthefany
Pulou em cima de mim, me sufocando com um abraço , logo chegou a trupe inteira.
As mesmas estavam afobadas e animadas, ah qual é gente?, em plena quarta –feira
, pra que toda essa animação?, ou sou só eu que sou anti-social.
- Bom dia flor do dia- Patty falou sorrindo de orelha a
orelha pra mim.
- Flor do dia, sério ?, poxa gente pra que essa animação
toda?, Hoje temos de espanhol .
- ah Alice , larga de ser chata menina, e você viu o mais
novo aluno de Medicina?
-Não , eu nem olho pro campus da faculdade, porque?
-Siga-me , tipo agora!
-ta, tá.
Nossa escola era muito famosa por seu ensino educacional
,há 4 anos , fizeram o cursos superiores
também, agora era ensino médio do lado esquerdo e os cursos superiores do lado
direito. Como a maioria dos alunos eram maiores de idades tanto do ensino médio
quando os dos ensinos superiores , não viram problema algum nisso, ta certo que
sempre tinha umas meninas se engolindo com alguns veteranos, mais nada que não
fuja do normal, os veteranos eram muito babacas, mais que os aluninhos do
ensino médio.
-vem Alice anda logo. – disse Patty , praticamente me
arrastando pela escola.
- Onde vamos? – perguntei .
- Ao pátio, tem um
deus grego que eu quero que veja.- respondeu sorrindo de orelha a orelha.
Chegando lá.
- Alice..
-Sim ...-Patty apontou com a cabeça pra um menino do outro lado do pátio , sentado embaixo de
uma arvore com um livro nas mãos, fones de ouvido, parecia distraído mas
concentrado no que lia,calça jeans preta surrada, camiseta branca gola V,
jaqueta preta, All Star surrados, sim ele era a visão da perfeição ó próprio
deus grego.
- E ai , oque acharam?
- Bella perguntou pras meninas.
- Eu pego.....- disse Sthefanny.
- você pega o La Torre Sthefanny. ....- disse fingindo estar
brava com ela.
- Hm Alice, já ta com ciuminho do novato é?- disse Patty.
- Vocês que me mostraram ele. – dei um risada, e ele olhou
na minha direção, ok , respira alice, será que ele escutou? ,ah não é possível
, droga, ele ta vindo pra cá. e agora?
-Alice?.....- Chamou Patty, estalando os dedos na minha
frente.
- Oque? – disse, o procurando com os olhos, apenas deu um
sorriso de canto dos lábios e foi em direção ao prédio de medicina. ótimo ele
viu que eu babava por ele, só falto um balde do meu lado.
-vamos? – disse Bella, soltando um risinho baixo.
-sim ...- apenas disse, quando me dei conta que estava
totalmente corada.
Voltamos pra sala, tudo nos conformes como sempre, aula
tediante, as meninas enchendo o saco por causa do novato e Henri como sempre
olhando pra mim, senti uma bolinha de
papel bater em minha nuca, olhei pro chão e peguei o papel, era um bilhete de
Henri.
‘’ quer ir comer algo comigo depois da aula? ‘’
‘’ porque iria querer Henri? ‘’
‘’Alice.... qual é vamos poxa? ‘’
‘’ Ta que seja então’’
- então vamos ? – disse Henri
sorrindo.
- vamos logo, antes que eu
desista.- disse revirando os olhos.
Fomos andando até o Starbucks ,
sim eu amo o café de lá e a comida também, nos sentamos em uma mesa mais
afastada das janelas, fizemos nosso pedido e logo Henri começou a puxar
assunto.
- Alice, podemos conversar direito ?
- oque você quer Henri?
- eu quero conversar, quero que
você me de mais uma chance pra recomeçar, eu sei oque eu fiz e sei oque está
sentindo, eu também me sinto assim , eu sei que não vai me perdoar tão fácil assim
, mais por favor pensa nisso, eu preciso de você Alice, eu realmente te amo com
todas as minhas forças. Por favor, me perdoe amor?
- Henri eu até queria te perdoar ,
mais esquecer tudo oque você fez comigo eu não consigo.
-Não estou lhe pedindo para
esquecer , só estou pedindo uma nova chance , só isso, por favor?
- Não dá....
- Dá se você quiser!
-Então me responda... – meus olhos
já estavam marejados a essa altura, os cheiro de chuva era perceptível mesmo
ainda dentro da cafeteria.
- Porque você desapareceu?, sem
nem se importar como eu estava , Porque você me abandonou aqui?, me responda
Henri!
- Pequena eu.....eu ..... eu não
posso! – ele passava as mãos nos cabelos em sinal de nervosismo.
- Chega, eu não aguento mais isso,
adeus Henri! – sai da cafeteria, a chuva fria batendo fortemente contra meu
corpo, comecei a correr e tremer de frio, Henri ainda me gritava, até que
conseguiu me Alcançar, me levou pra debaixo de uma espécie de barraca, me
fitava com a respiração ainda acelerada pela correria , não estava muito
diferente dele naquele momento.
- E-E-EU NÃO POSSO TE CONTAR!, Pequena eu juro que se
pudesse teria lhe falado antes, juro que teria, mas não posso , por favor
entenda.
-Não Henri eu não entendo, nem
nunca vou entender o motivo de você ter me deixado e ir embora e não ter dado nenhum sinal de vida, você faz
ideia de quantas vezes eu quis me matar, por ser tão fraca?, faz ideia?
-Pequena..
-Não Henri, pra mim acabou já deu
, eu não te amo mais, vê se entende isso de uma vez e vai viver sua vida e me
deixa em paz, como fez ao longo do tempo.
-Não Alice, eu sei que você me
ama, eu sei!
-Não Henri eu não te ...- fui
impedida de falar, quando Henri encostou teus lábios aos meus e me prensou
contra a parede, nosso beijo começou calma, como uma dança lenta, mais foi
tomando um ritmo mais desesperado, como se não nos vessemos há messes inteiros,
há anos, oque não deixava de ser verdade, ali continha toda a saudade, todas as
noites em claro, tanto minhas como as dele. Noites chorando a fio, Parti o
beijo, estava desesperada por ar, apenas fechei meus olhos não queria encara-lo
agora, não queria, empurrei-o e sai correndo, corri o mais longe que pude,
olhei pra trás e vi Henri sentado no chão com as mãos na cabeça. Era um novo
tempo, tempo de recomeçar e sem Henri, parece que ele entendeu que aquele seria
nosso ultimo beijo. Fui despertada de meus pensamentos quando a chuva foi
ficando mais grossa e batendo fortemente contra meu corpo, me lembrei que
deixei meu carro na escola, mais não me preocupei John cuidaria bem dele, ele
era um senhor gentil, continuei a caminhar até que vejo um MusTang preto parando
ao meu lado, já me preparei pra ser mais um idiota, tinha andando 6 quadras
recadas há ‘’oie gatinha quer uma carona?’’, a pessoa desceu o vidro do
passageiro e me lançou um sorriso.
-quer uma carona? – a pessoa disse
sorrindo, era um homem, muito bonito por sinal, aparentava ter 25 anos.
- Eu te conheço por acaso? – mesmo
sendo bonito, não pude evitar a resposta, e já me preparei pra sua resposta
pronta.
- Desculpe, sei que não lhe
conheço mais, nós somos da mesma escola, eu sou do Ensino Superior e você é do Ensino Médio não é? - ok, não tinha pensando nisso.
-Sim sou, mas porque esta me
oferendo uma carona se nem me conhece e sabe que sou do ensino médio ? – agora eu
estava reconhecendo- o, ele era aquele deus grego que vi mais cedo, pode ter
certeza que apesar de toda a chuva eu estava como um pimentão, apesar de todo o
frio.
- vem entra, por favor, não quero
que pegue um resfriado, prometo que não sou um estuprador , tudo bem? – ele ainda
me olhava sorrindo, apenas assenti com a cabeça e entrei , molhando todo seu
estofado de couro.
CONTINUA!