quarta-feira, 24 de abril de 2013

Undercover- 4



Alice pov's on
Andei investigando sobre advogados corruptos, esse últimos anos desde a morte de meus pais, até chegar ao meu objetivo final, e sair desse vida de tirar a vida das pessoas ou não. Porque pra ser sincera, eu até gosto do que faço, não to matando inocentes mesmo. E isso acalma minha ira, e minha sede por sangue aumenta a cada tortura, a cada vitíma, ou seja, não tem como voltar atrás. Nesses ultimo dias pesquisei advogado, Daniell Carlos, tinha seus maiores podres escondidos que vocês poderiam imaginar.
Me aproximei dele, pra pegar uma certa amizade, na maior discrição sem que ninguém conhecido meu soubesse, fui há festas com ele, dormia com ele, isso mesmo, inclusive achei muitos papeis interessantes em sua casa depois de uma noite de loucuras, enquanto ele dormia. Até que hoje resolvi colocar um ponto final, já deixei ele feliz demais, certo?
Saí da escola, tomei meu querido remédio, e combinei de jantar com ele, fomos há um restaurante caríssimo, o cara estava louco de amores por mim, super apaixonado, parecia um adolescente, ele me pediu em namoro e me deu um anel lindo de diamantes, nossa até parece assim, que sou interesseira e pobre. Mas tudo bem, eu aceitei pra deixar as coisas mais legais, afinal ele morreria feliz, nós dois super ''apaixonados'' saímos de lá, felizes e sorridentes, fomos a sua casa.
Pra comemorar ele abria uma garrafa de vinho, um dos mais caros, e um dos melhores confesso.. Confesso também que depois do crime roubei a garrafa, não aguentei. Depois de umas boas doses, e uns amassos de leve, o clima começou esquentar. O joguei no sofá e subi em cima dele, enquanto ele me despia e eu fazia o mesmo, houve um momento em que ousou tirar minha luva, sim eu estava com uma luva preta em ambas as mãos, pra se dizer de charme, mas tudo uma farça somente para não deixar impressões digitais, eu tinha tudo programado em minha mente.
- Ora, porque não as luvas, pode atrapalhar mais tarde hein.. - ele disse ofegante em meio aos beijos e mordidas que eu lhe dava.
- Ah não é nada, é que estou com um leve ferimento nas mãos.. não há de se preocupar, estou com curativos em baixo.
Não disse nada, já apenas de langerie, e ele apenas com sua cueca box preta, me pegou no colo e me levou até o quarto, me jogando na parede, pegou nos meu cabelos puxando pra trás, e beijando meu colo, começando a tirar meu sutiã e eu sua cueca, já nus, eu tomei o controle e o virei para parede na posição em que eu estava, peguei em seu membro já excitado há uns instantes, e comecei a fazer movimentos o masturbando em meios a gemidos dele, Daniell apertava meus seios, a cada movimento se eu aumentasse, eu apertava com mais sutileza e força, já chegando ao orgasmo, ele me jogou na cama, passou a mão sobre todo meu corpo, mordendo, chupando de leve, e me apertando, ele foi me beijando desde o pescoço até o umbigo, quando ele havia chegado perto da minha intimidade me olhou e deu um sorriso malicioso. Quando encostou seus lábios e sua língua em minha intimidade, dei um gemido, enquanto ele me chupava, apertava os meus seios ao mesmo tempo. Até que não resisti mais, e cheguei ao orgasmo, ele voltou a me beijar, já sem resistência nenhuma pegou uma camisinha que havia em sua carteira, a colocou e penetrou em mim. Ambos gemia, e o arranha todo, sem dó. Quando havíamos chegado ao ápice.. deitados ofegantes.. Eu me levantei já pensativa ''é agora que vem a parte boa''.
- A onde vai?
- Calma, eu já volto, não acabou.. - disse há ele soltando um sorriso demoníaco. Voltei com luvas e vestida, sim, vestida, havia uma peça de roupa minha na casa dele, como eu disse fazia um tempo que estávamos juntos. Cheguei com algemas, a vitima achando que teria uma noite maravilhoso estava muito enganado, pedi que sentasse em uma cadeira, assim o fez, e o algemei.
- Oque vai fazer?
- Observa.
Peguei um chicote, ele me olhando com espanto mas volta e meia dava sorrisos maléficos, achando que ia se dar bem.
- Hoje você tá perigosa hein.. Foi um ótimo dia ter te pedido em namoro.
- HA HA HA HA - dei uma risada nada legal.. - Azar o seu.. - falei enquanto coloquei com toda força meu pé sobre seu peito com meu salto 15 cm
- C-c-como assim? Você tá louca? Caralho isso dói.. qual seu joguinho? Olha que to gostando hein..
- Não me chama de louca - lhe dei uma chicotada, ele gritou.. - Como eu disse só observa, ele já estava se assustando, já pedindo pra ser tirado dali e parar com a brincadeira, mas em vão, a cada palavra que não me agradava, a cada suplico era uma chicotada.
- CALA BOCA... -houve silêncio. Houve silêncio por uns instantes, fiquei parada apenas o olhando.
- Ótimo assim que gosto. Então senhor Daniell, o senhor é um advogado muito famoso, cheio da grana, bonito, trabalha numa empresa boa hein querido, mas será que todos sabem de suas fraldes? De seus roubos? Das pessoas que você mandou eliminar por ganância? Será?
- Do que você está falando garota? Você não sabe com quem você tá mexendo. - cala a tua boca. Lhe  dei um chute na cara (com salto) ele já estava ferido, por todo seu corpo, e seu rosto também estava em estado deprimente.
- Olha como fala comigo, você é quem não sabe com quem você está mexendo, chegou a tua vez de pagar por tudo que você fez. Mas vai ter que me responder umas coisinhas se quiser viver.
- O quê?
- Quem é que manda tu fazeres, coisa do tipo, pra quem você trabalha? Qual objetivo de vocês?
- Não vou falar.
Tudo bem já voltou. Passou-se uns instantes, e voltei com uma faca, super afiada, e passei levemente em seu braço.
- Vai me falar ou prefere morrer?
- Prefiro a morte sua vadia.
Mais um arranhão com a faca.
- É melhor você me falar, aproveita que estou de bom humor, ou posso arrancar teu pênis e ver chorar de dor seu desgraçado.
- Não ouse fazer isso.
Quando já estava chegando bem perto de seu membro com a faca, ele suplicou.
- Tudo bem, tubem eu falo.
- Ótimo como eu pensei. E então oque vocês querem matando e desviando dinheiro?
- Eu não sei ao certo o objetivo, nem sei ao certo o nome do chefe, pessoas como eu não tenho contato com ele, só os que estão mais lá em cima. Só cumpro ordens, e sei que é pra derrubar uma empresa porque a dele, não é pareô pra que ele pretende tomar posses, inclusive matou o chefe da empresa há alguns anos, mas continua de pé do mesmo jeito.
Por um instante perdi o foco, e relacionei as coisas, será que tem a ver com meu pai, será? Estou a um passo de descobrir.
- E então satisfeita? .Me despertando de meus devaneios
- Ah não, quero saber o nome de quem mataram?
- Isso eu não vou dizer.
Dei uma passada de facada em TODO corpo, ele gritou de dor, suplicando para eu parar com aquilo, mas não adiantava eu já estava cega por sangue, e ele não me falava, comecei a tortura-lo, bater, chutar, chicotear. Por último esfaquear, e o batia, torturava com todo ódio que existia em mim ,e ele gritava implorava por rendição, mas era tarde.
Quando estava ficando tarde, e conforme o torturava maior era seus gritos, alguém poderia perceber, e então lhe dei facadas no coração sem dó, até sem membro foi torturado, enfim vendo ele morrer, e todo aquele sangue espalhado pelo chão me dei por satisfeita, tirei as luvas, coloquei numa sacola, e peguei minhas roupas. Ou quase todas, não sei, não prestei atenção, só queria sumir dali, antes que alguém percebesse, coloquei tudo em minha bolsa, limpei meu sapato, e sai dali, fui para casa.
Chegando em casa tomei banho, ouvi minhas músicas pós-assassinato, eu entulhava- as assim, pedi uma comida japonesa, e terminei, de relaxar, fui dormir, esperando mais um dia, tediante naquela porra de escola.

Henri Povs ON
Chegando ao local do assassinato o mesmo de sempre  , corpo em um estado deplorável  , gravemente ferido, procuramos , procuramos e conseguimos achar uma peça de roupa feminina , um short com a bandeira da Inglaterra , pesquisamos  procurando por digitais e nada. Deixamos os técnicos lá  e partimos para casa.
Henri Povs Off
Alice Povs on
Cheguei na escola como sempre , escutando som alto, com meu All Star surrado e meu Ray –Ban pretos. Quase fui ao chão , quando Sthefany Pulou em cima de mim, me sufocando com um abraço , logo chegou a trupe inteira. As mesmas estavam afobadas e animadas, ah qual é gente?, em plena quarta –feira , pra que toda essa animação?, ou sou só eu que sou anti-social.
- Bom dia flor do dia- Patty falou sorrindo de orelha a orelha pra mim.
- Flor do dia, sério ?, poxa gente pra que essa animação toda?, Hoje temos de espanhol .
- ah Alice , larga de ser chata menina, e você viu o mais novo aluno de Medicina?
-Não , eu nem olho pro campus da faculdade, porque?
-Siga-me , tipo agora!
-ta, tá.
Nossa escola era muito famosa por seu ensino educacional ,há  4 anos , fizeram o cursos superiores também, agora era ensino médio do lado esquerdo e os cursos superiores do lado direito. Como a maioria dos alunos eram maiores de idades tanto do ensino médio quando os dos ensinos superiores , não viram problema algum nisso, ta certo que sempre tinha umas meninas se engolindo com alguns veteranos, mais nada que não fuja do normal, os veteranos eram muito babacas, mais que os aluninhos do ensino médio.
-vem Alice anda logo. – disse Patty , praticamente me arrastando pela escola.
- Onde vamos? – perguntei .
- Ao pátio,  tem um deus grego que eu quero que veja.- respondeu sorrindo de orelha a orelha.
Chegando lá.
- Alice..
-Sim ...-Patty apontou com a cabeça pra um menino  do outro lado do pátio , sentado embaixo de uma arvore com um livro nas mãos, fones de ouvido, parecia distraído mas concentrado no que lia,calça jeans preta surrada, camiseta branca gola V, jaqueta preta, All Star surrados, sim ele era a visão da perfeição ó próprio deus grego.
- E ai , oque acharam?  - Bella perguntou pras meninas.
- Eu pego.....- disse Sthefanny.
- você pega o La Torre Sthefanny. ....- disse fingindo estar brava com ela.
- Hm Alice, já ta com ciuminho do novato é?- disse Patty.
- Vocês que me mostraram ele. – dei um risada, e ele olhou na minha direção, ok , respira alice, será que ele escutou? ,ah não é possível , droga, ele ta vindo pra cá. e agora?
-Alice?.....- Chamou Patty, estalando os dedos na minha frente.
- Oque? – disse, o procurando com os olhos, apenas deu um sorriso de canto dos lábios e foi em direção ao prédio de medicina. ótimo ele viu que eu babava por ele, só falto um balde do meu lado.
-vamos? – disse Bella, soltando um risinho baixo.
-sim ...- apenas disse, quando me dei conta que estava totalmente corada.


Voltamos pra sala, tudo nos conformes como sempre, aula tediante, as meninas enchendo o saco por causa do novato e Henri como sempre olhando pra mim, senti  uma bolinha de papel bater em minha nuca, olhei pro chão e peguei o papel, era um bilhete de Henri.
‘’ quer ir comer algo comigo depois da aula? ‘’
‘’ porque iria querer Henri? ‘’
‘’Alice.... qual é vamos poxa? ‘’
‘’ Ta que seja então’’              
- então vamos ? – disse Henri sorrindo.
- vamos logo, antes que eu desista.- disse revirando os olhos.
Fomos andando até o Starbucks , sim eu amo o café de lá e a comida também, nos sentamos em uma mesa mais afastada das janelas, fizemos nosso pedido e logo Henri começou a puxar assunto.
- Alice, podemos conversar  direito ?
- oque você quer Henri?
- eu quero conversar, quero que você me de mais uma chance pra recomeçar, eu sei oque eu fiz e sei oque está sentindo, eu também me sinto assim , eu sei que não vai me perdoar tão fácil assim , mais por favor pensa nisso, eu preciso de você Alice, eu realmente te amo com todas as minhas forças. Por favor, me perdoe amor?
- Henri eu até queria te perdoar , mais esquecer tudo oque você fez comigo eu não consigo.
-Não estou lhe pedindo para esquecer , só estou pedindo uma nova chance , só isso, por favor?
- Não dá....
- Dá se você quiser!
-Então me responda... – meus olhos já estavam marejados a essa altura, os cheiro de chuva era perceptível mesmo ainda dentro da cafeteria.
- Porque você desapareceu?, sem nem se importar como eu estava , Porque você me abandonou aqui?, me responda Henri!
- Pequena eu.....eu ..... eu não posso! – ele passava as mãos nos cabelos em sinal de nervosismo.
- Chega, eu não aguento mais isso, adeus Henri! – sai da cafeteria, a chuva fria batendo fortemente contra meu corpo, comecei a correr e tremer de frio, Henri ainda me gritava, até que conseguiu me Alcançar, me levou pra debaixo de uma espécie de barraca, me fitava com a respiração ainda acelerada pela correria , não estava muito diferente dele naquele momento.
- E-E-EU  NÃO POSSO TE CONTAR!, Pequena eu juro que se pudesse teria lhe falado antes, juro que teria, mas não posso , por favor entenda.
-Não Henri eu não entendo, nem nunca vou entender o motivo de você ter me deixado e ir embora e  não ter dado nenhum sinal de vida, você faz ideia de quantas vezes eu quis me matar, por ser tão fraca?, faz ideia?
-Pequena..
-Não Henri, pra mim acabou já deu , eu não te amo mais, vê se entende isso de uma vez e vai viver sua vida e me deixa em paz, como fez ao longo do tempo.
-Não Alice, eu sei que você me ama, eu sei!
-Não Henri eu não te ...- fui impedida de falar, quando Henri encostou teus lábios aos meus e me prensou contra a parede, nosso beijo começou calma, como uma dança lenta, mais foi tomando um ritmo mais desesperado, como se não nos vessemos há messes inteiros, há anos, oque não deixava de ser verdade, ali continha toda a saudade, todas as noites em claro, tanto minhas como as dele. Noites chorando a fio, Parti o beijo, estava desesperada por ar, apenas fechei meus olhos não queria encara-lo agora, não queria, empurrei-o e sai correndo, corri o mais longe que pude, olhei pra trás e vi Henri sentado no chão com as mãos na cabeça. Era um novo tempo, tempo de recomeçar e sem Henri, parece que ele entendeu que aquele seria nosso ultimo beijo. Fui despertada de meus pensamentos quando a chuva foi ficando mais grossa e batendo fortemente contra meu corpo, me lembrei que deixei meu carro na escola, mais não me preocupei John cuidaria bem dele, ele era um senhor gentil, continuei a caminhar até que vejo um MusTang preto parando ao meu lado, já me preparei pra ser mais um idiota, tinha andando 6 quadras recadas há ‘’oie gatinha quer uma carona?’’, a pessoa desceu o vidro do passageiro e me lançou um sorriso.
-quer uma carona? – a pessoa disse sorrindo, era um homem, muito bonito por sinal, aparentava ter 25 anos.
- Eu te conheço por acaso? – mesmo sendo bonito, não pude evitar a resposta, e já me preparei pra sua resposta pronta.
- Desculpe, sei que não lhe conheço mais, nós somos da mesma escola, eu sou do Ensino Superior  e você é do Ensino Médio não é?  - ok, não tinha pensando nisso.
-Sim sou, mas porque esta me oferendo uma carona se nem me conhece e sabe que sou do ensino médio ? – agora eu estava reconhecendo- o, ele era aquele deus grego que vi mais cedo, pode ter certeza que apesar de toda a chuva eu estava como um pimentão, apesar de todo o frio.
- vem entra, por favor, não quero que pegue um resfriado, prometo que não sou um estuprador , tudo bem? – ele ainda me olhava sorrindo, apenas assenti com a cabeça e entrei , molhando todo seu estofado de couro.

CONTINUA!

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