domingo, 2 de junho de 2013

Undercover- 7


nos capítulos anteriores.....

( até mais senhorita que gosta de causar... )

Alice POV ON

Ok, desde de quando ele ficou tão lindo?, oh meu deus porque tão lindo?, tudo bem Alice não pira, esteja ciente de sua mente completa, consciência desde quando você esta tão séria?, não estou séria Alice mas você sabe oque tem que fazer não de uma de menina apaixonada agora por favor. Deixando assim minha discussão interna fui pra aula.

-Alice onde você estava? – Patty me olhava desconfiada.
Dei um sorriso irônico pra ela – onde você acha que eu estava?

- Alice, Alice, cuidado com oque você faz eu sei muito bem onde você estava pobre Henri – Patty ria maliciosamente.

- Que Henri, me escute não quero mais nada com o Henri entende, Passado!
- Se você diz...

- Bom dia gente – Bella diz entrando saltitante e feliz na sala.

- Bom dia porque bella? – Stefanny diz entrando com uma cara de quem teve uma noite não muito boa ontem.

- Bella uma pergunta, porque estas tão saltitantes e feliz flor do dia? – disse Patty fazendo uma cara de poeta.


- Patty não faça essa cara eu sei que você gosta de poesia mas melhor não fazer isso, bom , adivinhe quem me ligou ontem? – disse sorrindo de orelha a orelha.

- Será que é um certo moço chamado Alex que estava na Inglaterra a negócios? – diz Stefanny revirando os olhos.

- Sim, meninas ele disse que esta com saudades de mim – só faltava vomitar arco íris.

- hmm sinto cheiro de amor no ar.- disse por fim , até nosso professor de filosofia chegar, ah filosofia como eu te amo.

O dia foi tranquilo, hoje tenho uma nova pressa, Taylor Mautner, me aguarde meu ‘’amor’’. Peguei meu lindo Bebê e fui pra casa não encontrei nem Carter e nem Henri.

- Boa noite Oliver.

-Boa noite senhorita, Taylor ligou confirmando o encontro de hoje em sua casa vai ser as 19:30 seu carro já esta pronto te esperando lá em baixo.

- Oh Oliver obrigado, mas hoje irei com minha Ducati Diavel Carbon.

- A preta, senhorita?

- Sim, essa mesmo, vou subir e me arrumar, por favor Oliver prepare algo pra mim comer esta bem ?

- Sim, o que a senhora desejar.

- Oliver, quando irá parar de me chamar de senhora?

- Desculpe-me senhorita.

- hm, assim está melhor, obrigada Oliver.
Tomei um banho bem relaxante, peguei minha arma e a coloquei no cos da calça.

- Senhorita, se me permite dizer?

- Claro Oliver diga.

- A senhora esta estonteante, quer que eu a lhe espere? Ou não voltara pra casa?.

- Não oliver, eu voltarei sim mas voltarei tarde portanto durma não se preocupe eu tenho as chaves.

- como quiser senhora.

-até mais Oliver.

- tenha uma boa noite.

E assim fui em direção a minha linda Ducati (Ducati! )
No caminho fui cantarolando Hell's bells, é pois e estou mesmo escutando os sinos do inferno que irônico não?, se eu pegar Taylor estou mais perto de pegar o desgraçado que acabou com a minha vida e quando eu o pegar ai sim estou oficialmente indo pro inferno depois dessa.
Cheguei a casa de Taylor ele já estava me esperando sorrindo de orelha a orelha.

-Alice, querida que bom vê-la , agradeço muitíssimo que aceito meu convite para jantar mas você esta realmente linda(Linda ! ) apenas para jantar, hoje teremos uma festa nada muito formal, uma coisa de balada digamos assim, aceitaria ir comigo ?

- Claro, que horas será?

- As 20h30min até lá podemos nós divertir um pouco , oque acha?- sorria cordialmente pra mim.

- Claro, por mim esta tudo bem.

- Então venha comigo , vou me arrumar.

- Tudo bem.

A mansão de Taylor era realmente bonita , típico pra um empresário bem sucedido, em breve deixara este mundo , tadinho ,tão lindo morrer mas tão estupido pra viver.
Taylor era bem vigiado , tinha seguranças pra todos os lados pelo o que contei tinha mais de 10 só até agora andando pelo jardim enorme.

-Querida, esta tão pensativa, aconteceu algo? – sua expressão era de preocupação mas matinha uma sombra de um sorriso.

- Não meu bem, imagina, estar na sua companhia me faz pensar o quão sortuda sou. – disse dando um enorme sorriso pra ele.

- Oh minha querida, eu também não imagino o quão sortudo sou. – disse sorrindo.

- Então Alice, diga-me mais sobre sua vida, te conheço tão pouco.

- Ah não há nada para saber, sou um livro aberto tudo que sabe sobre mim é tudo que vê, sou um pouco solitária mas nada que sua companhia não resolva querido.

- Nunca será solitária meu bem, Nunca. – disse sorrindo de orelha a orelha, ok isso esta bem estranho mas não vou perguntar.

-vamos meu bem? .

-vamos.

- vamos em meu carro?

- Oh não, eu quero ir com a minha Bebê faz tanto tempo que não ando com ela.

- oh tudo bem então, vamos eu vou com o meu bebê então, sabe onde é?

- sim, sei sim.

- então nos vemos lá.

- tudo bem então. – me inclinei e dei um rápido beijo nele.
Ele foi à frente e eu fui seguindo atrás, isso esta muito estranho geralmente meus queridos falecidos acompanhantes nunca perguntam de meu relacionamento anterior.

- vamos?..

- Claro – a entrada era muito luxuosa, uma casa noturna muito atrativa.

Logo que entramos circulamos um pouco, fui ao bar tomar algo, afinal pra ter essa vida você precisa de algum estimulo.

- Dois Martinez, por favor.

-Sim senhora.

A festa se passou tranquilamente, Taylor adorava me exibir como um troféu, até que vi Jonathan Carter, o que? , o que ele faz aqui?, assim que o vi  ele me viu também olhou para Taylor e depois pra mim sua expressão era de surpresa e espanto ao mesmo tempo, fez um sinal com a mão para que o seguisse e assim o fiz.

-MAS QUE PORRA VOCÊ ESTA FAZENDO AQUI COM ESSE CARA ALICE? – ele praticamente gritava, ainda bem que estávamos bem afastados.



CONTINUA....

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Undercover - 6




( Dali em diante eu tinha certeza que dormir na minha cama não seria mais a mesma coisa pra mim. )

Alice Pov on


Abri os olhos e me deparei com um corpo ao meu lado, tentei me acordar direito, ainda estava sonolenta, tomei um grande susto quando reconheci aquele corpo, lindo, macio, aquele moreno era inconfundível, foco Alice!  Ok, primeira pergunta: eu não devia estar dormindo no quarto de hóspedes? , será que aconteceu algo ontem? , droga! , preciso ir embora imediatamente, Oliver vai surtar, peguei meu celular e vi umas chamadas perdidas, de Oliver, das  meninas e algumas de Henri. Tentei me levantar sem acorda-lo, mas não adiantou muita coisa, ele se remexeu na cama e me olhou.
- Bom dia – murmurou baixinho, ainda meio sonolento, mas com um belo sorriso no rosto.
- Bom dia – disse e sorri ternamente.
- Que horas são? .
- 5:30 da manhã.
- Porque se levantou agora? Esta se sentindo mal? – ele me olhava incrédulo e preocupado ao mesmo tempo.
- dei um sorriso e balancei a cabeça – não, está tudo bem , mais eu tenho que voltar pra casa certo?, pode voltar a dormir não se preocupe eu vou caminhando, a aula é daqui a pouco.
- não de forma alguma, me espera colocar uma roupa que lhe levo até em casa, sim?- apenas assenti, fiz minha  higiene,  arrumei meus cabelos que deviam estar parecendo um ninho de passarinho ,mais espera ai , desde de quando eu fiquei tão ligada a aparência e a ficar preocupada em  ser agradável? .
- Pronto, vamos?
- sim!
Descemos as escadas, entramos em seu carro e nos dirigimos até minha casa, o temporal de ontem realmente estava forte, passamos em algumas ruas e tinha uma arvore caída, agradeci mentalmente por estar segura, quando o céu caiu.
- Pronto, está entregue sã e salva! – disse sorrindo, anotação mental: sorriso perfeito não encare os olhos dele.
- Err.... Obrigado por tudo mesmo, e me desculpe por tudo também. – corei nesse mesmo instante.
- Ei , não precisa se envergonhar não foi esforço algum , nós vemos na escola?.
- sim, nós vemos na instituição. – quando estava saindo do carro, puxando a maçaneta, senti sua mão tocar a minha, nesse mesmo instante choques e choques elétricos corriam pelo meu corpo, meu coração batia estupidamente rápido, fiquei com medo de que ele escutasse o barulho do meu coração.

- sim? – perguntei receosa.

- Não foi esforço algum ficar com você, e eu adorei a sua companhia senhorita.

- obrigada e até mais. – corei nessa instante, rezando aos céus para que ele não chegasse a ver.
E foi assim seu carro arrancou e eu fiquei com a maior cara de boba, adentrei a minha casa e me deparei com meu tio Miles, uma cena um tanto inusitada, não era normal ver meu tio em minha sala, tio Miles só entrava em contato algumas vezes na semana, quando meus pais morreram era pra ele assumir o lugar de meu pai mais como recusou alegando amar seu trabalho, meu tio trabalhava como policial, mais era perito em balística e essas coisas, por isso não saia a campo ficava mais no escritório, talvez isso explicasse o motivo de ser tão branco.

- ALICE KALLISTER SANDERS, ONDE VOCÊ ESTAVA?, ONDE PASSOU A NOITE? , DE QUEM ERA AQUELE CARRO? , PORQUE TEU CARRO ESTÁ NA ESCOLA? – ok isso não era bom sinal, falou meu nome inteiro corre,  lhe dei um sorriso  amigável e corri até seus braços, ele estranhou a situação mais retribui-o meu abraço, meu tio me travava como filha e isso me deixava bem apesar de não poder morar com ele, porque quando meus pais morreram ele estava morando na Holanda, e então tive que ir morar com meus outros tios, mais isso não diminuía o fato de ele ser quase um pai pra mim.

- Titio que saudades tuas, me desculpe sai pra conversar com meu ex-namorado e tudo, não saio como imagina, dormi na casa de uma amiga, de inicio iria vir para casa mesmo mas o temporal estava forte ontem, dormi em sua casa pelo pedido da própria , quando sai da escola deixei meu carro lá, porque fui no carro junto com meu ex namorado, não precisava se preocupar tio.- o apertei mais contra meus braços e afaguei teus cabelos, num gesto carinhoso, meu tio era um dos poucos que não me faziam me sentir um mostro sem coração , ou uma vadia 24 horas por dia.
- mas bem que poderia avisar né minha filha? , não sabe como eu fiquei preocupado, seu tio já esta velho não faça essas coisas comigo.
- até parece né titio, ainda é muito garanhão.
- Alice! – me repreendeu com o olhar mais logo soltou uma risada gostosa.
- mas então no que posso ser útil tio?
- só vim porque Oliver me ligou me perguntando teu paradeiro. – assenti e fui até Oliver.
- Oliver meu fiel escudeiro, não precisa se preocupar até parece que não me conhece né!
-Me perdoe senhora, realmente havia ficado preocupado, a senhora não me avisou nada.
- não se preocupe Oliver e já lhe mandei parar com essa mania de me chamar de senhora, não sou tão velha assim.
- Tudo bem senhorita, se me permite dizer?
- sim Oliver, diga!
- A senhorita está radialmente hoje, apesar de seus trajes masculinos, a senhorita esta feliz.
- Oh obrigada Oliver, enquanto aos trajes  longa historia, bom titio e Oliver eu vou subir se não se importam , hoje tenho escola certo?
- sim pode ir querida, enquanto isso, Oliver me faça companhia no café da manhã?
- sim senhor.

MILES POV ON

Se Alice soubesse oque essas sumiços causam em mim, quase enfarto toda vez que ela some, apesar de ser extremamente responsável por sua idade, as vezes esqueço que Alice apenas tem 18 anos, é uma mulher praticamente formada, fico com medo de que eles possam vir atrás dela e igual fizeram com seu pai.
-Oliver, posso lhe perguntar algo?

- Sim senhor, sou todo ouvidos.

- Como anda o comportamento de Alice, digo , alucinações, bom você sabe bem do que estou falando.

- Senhor , não vi nada errado com a senhorita Alice, ela toma seus remédios com frequência, e eles fazem o efeito previsto.

- bom Oliver, peço que se acontecer algo com Alice ou mesmo qualquer coisa estranha me avise está bem? , não quero que Alice tome o mesmo caminho que sua mãe de novo.

- Sim senhor, qualquer coisa lhe aviso o mais rápido possível.

- Bom dia, agora sim, estou devidamente apresentável.  – me assustei ao ouvir a voz de minha sobrinha, mas como Oliver disse, ela realmente parecia bem depois de anos de amargura.

- Sobrinha querida, desculpe invadir sua vida pessoal assim, mas hoje tu estás radiante e sorridente , viu por acaso o passarinho verde?

- Não titio , só acordei alegre hoje, não tem nada demais.

- se tu diz....

  MILES POV OFF

Henri Pov  On


É a noite não foi nada bem para mim, depois de Alice me deixou naquele beco, eu fiquei sem chão, sem ela! Sai caminhando naquela chuva, não me importava se ia pegar um resfriado e morrer, oque não me parecia tão ruim assim, ela não me disse com todas as palavras, mais aquilo significou  um adeus e eu sabia disso, sabia que a partir de hoje, não sentiria mais teu cheiro de perto, não poderia olhar naquela imensidão de olhos claros, seus cabelos pretos tão macios, sua pele branca como neve, não eu não poderia mais lhe tocar, sentir teu beijo , não poderia mas se quer esquece-la , ela estava tão presente em tudo que fazia que já era automático ir falar com ela todos os dias e ser chutado e abandonado como um cão sarnento de rua, não eu não queria mais isso pra mim , chega é um basta Alice Kaliister Sanders não faz mais parte de mim e se é isso que ela quer pois bem, por mais que a ame demais só eu sei oque eu passei por ela, para esconder a verdade dela, só eu sei o quanto eu sofri por não tela comigo , não sentir seus braços em minha volta num silencioso conforto e numa silenciosa fala que tudo ia ficar bem porque eu a tinha em meus braços, e a tinha comigo, dentro de mim, pelo menos de dentro de mim ela nunca sairia , voltei para casa e fui direto para minha cama , não queria saber de mais nada só dormir e dormir quem sabe assim, eu poderia tirar um pouco desse cansaço emocional e tristeza que eu carregava, quem sabe um dia eu possa chama-la de minha como fiz naqueles tempos. Acordei com Andrew gritando em meu ouvido.
- Owen, você ta bem, OWEN?, tá me escutando , oh deus por favor Owen, acorde – abri os olhos e foi ai que eu percebi que tinha percebido que tinha desmaiado em minha própria cama, com a mesma roupa ensopada.
- Andrew? , é você ?
-Não, é a sua avó, você ta louco? Porque esta tão molhado assim , oque aconteceu Henri?, não se acertou com alice?

- Tantas perguntas, só uma resposta: EU QUERO DORMIR.

-Anda Owen, vamos nos atrasar levante essa bunda gorda dai vamos.

- Não Andrew hoje não ok?, hoje não ta.

- Henri, qual é cara?, você esta todo ensopado ai  e com cara de enterro  só falta querer pegar um balde de sorvete e colocar um filme romântico , lindo!

- ah, não to afim de ir pra escola hoje.


- ah vamos Henri, eu sei que isso tem nome e sobrenome mas não pode parar sua vida por ela, pode?

- ta bom, já to indo.

- vou esperar lá em baixo.
Tomei um banho rápido, peguei as chaves do carro que provavelmente ainda deve estar no estacionamento do Starbucks.

-Vamos? – perguntei a um Andrew curioso que 
olhava as fotos de quando eu era criança.

- Onw que bonitinho , ele estava usando uma fantasia do Batman , que lindo!

- Oras Andrew não me encha, venha, vamos logo.

- ta , ta senhor apressadinho .
Henri Pov Off

Jonathan Pov On

Voltei Para casa, tomei meu café , me arrumei, e decidir ir um pouco mais cedo pra instituição, nesse tempo todo fiquei pensando em Alice, uma menina/mulher, Alice tinha 18 anos, sim era nova demais pra mim, Carter qual é?, você não é tão velho assim, ta não sou tão velho tenho 26 anos, Cheguei a Instituição , ainda estava meio vazia mas logo logo estaria repleta de estudantes, resolvi pegar um poema de Vinicius de Moraes para ler  e sentar de baixo da minha arvore , dela dava para ver o pátio do colegial e como agora havia uma pessoa que me interessava não custava nada sentar um pouco e a esperar chegar certo?, Coloquei  My Girl no ultimo volume, é pareço meio gay as vezes , mas não sou! ,e lá estava ela (DIVANDO) , linda como sempre, blusa lisa branca, uma saia perigosamente curta e preta, uma gravata vermelha, uma calça legue meio rasgada, uma bota preta com detalhes metálicos ,unhas pretas, boca perigosamente vermelha, óculos escuros , sim essa é Alice , extremamente linda e estilosa, não é como as outras garotas que conheci , ela é perfeita pra ser minha garota, ok, nota mental: Parar de escutar The Temptations , de repente fiquei extremamente nervoso quando ela me viu, respiração descompassada isso não é um sinal muito bom.

 ‘’Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção. Pode ser a pessoa mais importante da sua vida ’’


   Alice Pov ON

E lá estava ele, jaqueta preta, calça de lavagem escura, blusa branca lisa, Ray-ban preto, All star preto, estava sentando no pátio da universidade lendo seus fieis poemas, Vinicius de Moraes é conhecível de longe, Não era brasileira mas mesmo assim sabia reconhecer um bom Poeta ,estava com fones de ouvido, só reparou que eu estava perto quando viu minha sombra, e meu coração?, já pulava no peito, querendo sair pela boca, mãos geladas, espero que não gagueje.

-Bom dia senhor. – disse a ele sorrindo.

- Bom dia senhorita, como está? – me respondeu abrindo o sorriso mais lindo que já vi , não aquele sorriso chocho ou murcho, nem falso, um sorriso sincero de quem esta feliz em vê-la.

- Vou muito bem e o senhor?

- Oh vamos parar com as formalidades, não me 
chame de senhor me sinto velho assim, parece até que tenho bisnetos.

- E não tem?

- ele me olhou incrédulo e depois soltou uma risada gostosa – Anda moça que gosta de causa, venha, sente-se comigo.
-
- Não posso, tenho que reencontrar minhas amigas para a fofoca diária, eu não gosto de causar nem sou associável .

tudo bem então , me abandone então agora, me deixe no escuro, roube meu brilho.

não sabia se ria de sua tentativa poética ou se ficava assustada com aquilo. – vai ficar no escuro, pobre, até mais senhor eu tenho 11 bisnetos.

- até mais senhorita que gosta de causar.

CONTINUA.

sexta-feira, 26 de abril de 2013

Undercover - 5



 ( - vem entra , por favor, não quero que pegue um resfriado, prometo que não sou um estuprador, tudo bem? – ele ainda me olhava sorrindo, apenas assenti com a cabeça e entrei, molhando todo seu estofado de couro. ) <<<<<< ultimo capitulo <<<<<

- agora podemos nós apresentar formalmente certo? , Meu nome é Jonathan Carter, pode me chamar de Jonas ou só Carter mesmo e o teu nome como é? – ele me disse sorrindo.
- Sanders, Alice Sanders. Pode me chamar de Pequena se quiser, e obrigado pela carona e me desculpe pela grosseria de agora a pouco é que não muito normal um cara desconhecido me dar carona e eu molhar o banco de couro do carro dele a ponto de estragar. – mais que merda eu tava falando, já tava sendo grossa de novo, foco Alice!.
- Wow , calma ai , não se preocupe Srt. Sanders  eu não ligo pra isso.- ele me disse  sorrindo, qual é porque esse cara não para de sorrir? , e porque o sorriso dele tem que ser tão lindo ham?
- Droga  - murmurei baixinho , tinha esquecido completamente do meu carro.
- Que foi Senhorita Sanders ? .
- Meu carro, meu lindo Bebê, deixou-o na escola.
-  ah o Dodger Charger Preto É TEU ? – ele me olhou como se eu fosse um ET.
- Sim, porque o espanto ? – perguntei segurando o riso de sua expressão exagerada.
- Nada, é só meio como posso dizer, WOW, uma mulher dirigindo um Dodger Charger, é realmente impressionante. – ele ria um pouco e eu também.
- Eu sou impressionante Baby – nossa, ok nem eu esperava por aquilo, só pude escutar uma gargalhada gostosa dele.
- é eu sei , isso foi péssimo né? – comecei a rir também.
- ok Senhorita Sanders  A IMPRESSIONANTE, onde fica o caminho até sua casa?
- mas e meu carro? – perguntei fazendo bico.
- tudo bem, Façamos o seguinte, vou ligar para John e pedir que ele fique com teu carro, a chuva esta ficando forte e esta cada vez mais difícil de visualizar as ruas, mais tarde eu mesmo o pego e entrego na tua casa, ficamos combinados assim?
- Sim e mais uma vez obrigada por tudo . – ele apenas assentiu e me lançou um sorriso terno. Passados alguns minutos estranhei não termos chegados ainda, realmente estava muito difícil ver qualquer coisa na rua, estava tremendo de frio, por mais que o aquecedor estivesse ligado , ainda sim morreria de frio.
- Pequena.
-sim ?
- Pegue o meu casaco, está no banco de trás.
- Não Jonathan , não precisa estou bem assim.
- deixe de ser teimosa menina, pegue , ande.
- Tá.- revirei os olhos, avistei um livro  em cima do casaco que Jonathan me pediu para pegar, Shakespeare , Romeu e Julieta, nem preciso dizer que me encantei mais ainda, peguei o casaco e voltei para o banco de passageiro.
- Pequena, desculpe, mais a chuva esta muito forte, sua casa ainda fica mais longe segundo o GPS, a minha casa esta aqui perto, bom se não se importasse não gostaria de ficar lá até a chuva passar?, você esta tremendo de frio , duvido que meu casaco impeça-a de pegar um resfriado ou algo pior. Oque acha?
- se não for muito incômodo, mas do que já estou lhe incomodando.
- não será incômodo algum.
- sendo assim não vejo problemas então, muito obrigado de novo Jonathan    



- ei pare de me agradecer, não sou digno de tantos agradecimentos assim!
- desculpe-me então.
 ele soltou uma risadinha e balançou a cabeça negativamente.
- Chegamos ao meu lar, vem. – falou me puxando pela mão, quando toquei sua mão senti choques elétricos percorrerem meu corpo , talvez era porque eu estava congelando de frio e ele esta até quentinho.  Sua casa não era enorme como uma mansão era aconchegante, sua casa tinha um ar tão dele,  seu escritório  era um sonho de consumo  tinha uma lareira grande, não gigante mais proporcional ao espaço , ao lado da lareira tinha estantes de livros. O resto da casa era bonita e aconchegante, era dois andares, o andar superior tinha os quartos de hóspedes, banheiros  e uma porta que dava a uma sala de luta, um saco de box suspenso por cabos de aço no canto direito  e objetos de lutas marciais no canto esquerdo, não ousei perguntar o porque de tudo aquilo, seria invasão de privacidade da minha parte, ele já estava sendo super  amigável  comigo , porque enche-lo de perguntas?, enquanto o mesmo ia buscar algumas roupas pra mim , eu observei alguns Cds , Dvds e Livros.
- Voltei , como não tenho nada de mulher aqui comigo, peguei uma box, uma camiseta e uma calça de moletom, se não se importar é o melhor que tenho a lhe oferecer, já preparei sua banheira, a agua esta quentinha.
- oh, obrigado não precisava se incomodar, e obrigado pela banheira, se não se importa, vou tomar banho agora esta bem?
-Sim  claro. Estarei lhe esperando aqui em baixo.
- Com licença.
Aquela agua morna estava me relaxando muito, minha vida estava uma bagunça, Henri não largava do meu pé e o pior é que ainda o amava e muito, minha vingança já não estava fazendo mais tanto sentido, já estava farta de procurar e procurar sem nenhuma resposta, eu gostava de matar e torturar, não sou bem a mocinha da historia, de certa forma isso me aliviava, mais já estava cansada, mas pelo menos havia uma alegria em minha vida, minhas amigas, elas voltaram depois de tanto tempo , posso parecer uma rocha mais não sou , há muitos anos reprimi a menininha lindinha, que chorava por tudo, aprendi que pra ser forte , não posso chorar e muito menos deixar me amolecer por qualquer coisa, mas realmente Henri meche comigo, oh céus porque o amo tanto?, não deveria haver espaço na minha vida pra isso, não era correto, apesar de não conseguir perdoar Henri por ter me abandonado não posso  deixar de ser culpada também , se Henri sonhasse com as coisas que faço nunca mais e aproximaria de mim , mais pelo menos seguiria sua vida em paz, por mais que eu anseie uma vida normal, não posso ter, posso colocar muitas pessoas em perigo. Fui despertada de meus devaneios quando ouvi barulho de passos e batidas na porta do banheiro.
- Pequena, você está bem?   - ah havia me esquecido do deus grego lá embaixo.
- Estou sim, perdoe-me  pela demora.
- não tudo bem , só estranhei a demora, faz quase uma hora que você esta ai  - nem percebi que estava chorando, só me dei conta quando escutei meus próprios soluços  e passei as pontas dos dedos pelo meu rosto. – Pequena você está chorando? , tem certeza que está tudo bem?
- tenho sim, me espere lá em baixo, por favor – minha voz saio  mais tremula do que  eu imaginava.
- tudo bem , se precisar de algo me chame.
Depois de escutar o mesmo descer as escadas, terminei o banho me direcionei até o quarto , em cima da cama estava, uma camiseta social preta, uma calça de moletom cinza e uma cueca boxer da Calvin Klein, me lembrei que tinha uma camiseta dos Beatles dentro da bolsa, era um pouco mais confortável que a camiseta social , que pensando bem deveria ficar perfeitamente bem nele, a camiseta social era meio justa e apertada  , que provavelmente  destacaria muito bem aqueles músculos, foco Alice, já esta tendo pensamentos pervertidos com o coitado. Vesti minha Blusa e desci, o encontrando deitado em sua poltrona no escritório lendo um livro , Macbeth de Shakespeare,  não sei oque me surpreendia mais ele lendo tão concentrado tão lindo ou o fato de que ele estava sem camisa com um óculos de leitura que diga se de passagem o deixou mais sexy, sedutor, como se respira mesmo? .
- voltei  - o chamei, ele se assustou um pouco mais logo sorrio para mim.
- Está com fome?, saímos tarde da instituição hoje, quer comer algo?
- por favor, estou morrendo de fome. – logo quando disse isso, minha barriga roncou mostrando que eu não falava só por falar, ele se levantou e veio caminhando em minha direção, passou por mim sorrindo em direção a cozinha, pude sentir seu perfume amadeirado, me entorpecendo a medida que puxava mais ar para os meus pulmões. Caminhei atrás dele , sentei ao balcão da cozinha trazendo comigo romeu e julieta.
-ela ensina as luzes a brilhar! Parece pender da face da noite como um brinco precioso da orelha de um etíope! Ela é bela demais pra ser amada e pura demais pra esse mundo! Como uma pomba branca entre corvos, ela surge em meio às amigas. Ao final da dança, tentarei tocar sua mão, pra assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza.
- wow, temos uma amante de literatura aqui? – dei uma gargalhada e ele logo me acompanhou.
- oque temos agora , cozinheiro ?
- Sanduiche a moda da casa, refrigerante e chocolates?
- nossa que banquete dos deuses – falei irônica, mas logo depois desatei a rir de sua cara incrédula, não entendia essa vontade que tinha de sorri quando estava perto dele.

Carter Pov on 


Depois de uma conversa animada na mesa da cozinha, resolvemos assistir um filme, Pequena era realmente encantadora, apesar de ser um pouco mais nova, não era igual a meninas da tua idade, que eram fúteis e egoístas, ela era incrivelmente linda, estava deitada em meu peito, seu rosto era tão sereno, tão angelical, apenas acariciava teus cabelos, macios, lisos e pretos, sua pele era branca, tão branca como a neve, resolvi parar de observa-la com relutância mais resolvi, peguei-a nos braços e levei até o meu quarto, que era o melhor da casa, coloquei-a na cama, ela se remexeu um pouco e pediu com voz rouca e baixa,
- Fica aqui. – disse ela meio sonolenta.
- Tem certeza? – não sabia se era uma boa ideia, nem nós conhecíamos direito pra termos essa intimidade.
- Tenho sim – respondeu um pouco mais lucida.
- Não vai me bater pela manhã? – ela soltou um risinho gostoso.
-  Não , não vou , mais não tente fazer nada comigo, se não te arrebento em dois tempos.
- sendo assim tudo bem, já estou voltando. – ela só murmurou um ‘’aham’’. Desci as escadas, peguei as coisas dela, tranquei a casa, peguei minha arma e subi, coloquei minha arma na gaveta da cômoda na esperança de ela não a ver , mais acho que não viu, peguei suas roupas e guardei em sua bolsa, peguei teu celular e coloquei-o na cômoda junto ao meu, quando deitei na cama, ela já tinha adormecido, senti seus braços me abraçarem inocentemente e colar nossos corpos. Dali em diante eu tinha certeza que dormir na minha cama não seria mais a mesma coisa pra mim.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Undercover- 4



Alice pov's on
Andei investigando sobre advogados corruptos, esse últimos anos desde a morte de meus pais, até chegar ao meu objetivo final, e sair desse vida de tirar a vida das pessoas ou não. Porque pra ser sincera, eu até gosto do que faço, não to matando inocentes mesmo. E isso acalma minha ira, e minha sede por sangue aumenta a cada tortura, a cada vitíma, ou seja, não tem como voltar atrás. Nesses ultimo dias pesquisei advogado, Daniell Carlos, tinha seus maiores podres escondidos que vocês poderiam imaginar.
Me aproximei dele, pra pegar uma certa amizade, na maior discrição sem que ninguém conhecido meu soubesse, fui há festas com ele, dormia com ele, isso mesmo, inclusive achei muitos papeis interessantes em sua casa depois de uma noite de loucuras, enquanto ele dormia. Até que hoje resolvi colocar um ponto final, já deixei ele feliz demais, certo?
Saí da escola, tomei meu querido remédio, e combinei de jantar com ele, fomos há um restaurante caríssimo, o cara estava louco de amores por mim, super apaixonado, parecia um adolescente, ele me pediu em namoro e me deu um anel lindo de diamantes, nossa até parece assim, que sou interesseira e pobre. Mas tudo bem, eu aceitei pra deixar as coisas mais legais, afinal ele morreria feliz, nós dois super ''apaixonados'' saímos de lá, felizes e sorridentes, fomos a sua casa.
Pra comemorar ele abria uma garrafa de vinho, um dos mais caros, e um dos melhores confesso.. Confesso também que depois do crime roubei a garrafa, não aguentei. Depois de umas boas doses, e uns amassos de leve, o clima começou esquentar. O joguei no sofá e subi em cima dele, enquanto ele me despia e eu fazia o mesmo, houve um momento em que ousou tirar minha luva, sim eu estava com uma luva preta em ambas as mãos, pra se dizer de charme, mas tudo uma farça somente para não deixar impressões digitais, eu tinha tudo programado em minha mente.
- Ora, porque não as luvas, pode atrapalhar mais tarde hein.. - ele disse ofegante em meio aos beijos e mordidas que eu lhe dava.
- Ah não é nada, é que estou com um leve ferimento nas mãos.. não há de se preocupar, estou com curativos em baixo.
Não disse nada, já apenas de langerie, e ele apenas com sua cueca box preta, me pegou no colo e me levou até o quarto, me jogando na parede, pegou nos meu cabelos puxando pra trás, e beijando meu colo, começando a tirar meu sutiã e eu sua cueca, já nus, eu tomei o controle e o virei para parede na posição em que eu estava, peguei em seu membro já excitado há uns instantes, e comecei a fazer movimentos o masturbando em meios a gemidos dele, Daniell apertava meus seios, a cada movimento se eu aumentasse, eu apertava com mais sutileza e força, já chegando ao orgasmo, ele me jogou na cama, passou a mão sobre todo meu corpo, mordendo, chupando de leve, e me apertando, ele foi me beijando desde o pescoço até o umbigo, quando ele havia chegado perto da minha intimidade me olhou e deu um sorriso malicioso. Quando encostou seus lábios e sua língua em minha intimidade, dei um gemido, enquanto ele me chupava, apertava os meus seios ao mesmo tempo. Até que não resisti mais, e cheguei ao orgasmo, ele voltou a me beijar, já sem resistência nenhuma pegou uma camisinha que havia em sua carteira, a colocou e penetrou em mim. Ambos gemia, e o arranha todo, sem dó. Quando havíamos chegado ao ápice.. deitados ofegantes.. Eu me levantei já pensativa ''é agora que vem a parte boa''.
- A onde vai?
- Calma, eu já volto, não acabou.. - disse há ele soltando um sorriso demoníaco. Voltei com luvas e vestida, sim, vestida, havia uma peça de roupa minha na casa dele, como eu disse fazia um tempo que estávamos juntos. Cheguei com algemas, a vitima achando que teria uma noite maravilhoso estava muito enganado, pedi que sentasse em uma cadeira, assim o fez, e o algemei.
- Oque vai fazer?
- Observa.
Peguei um chicote, ele me olhando com espanto mas volta e meia dava sorrisos maléficos, achando que ia se dar bem.
- Hoje você tá perigosa hein.. Foi um ótimo dia ter te pedido em namoro.
- HA HA HA HA - dei uma risada nada legal.. - Azar o seu.. - falei enquanto coloquei com toda força meu pé sobre seu peito com meu salto 15 cm
- C-c-como assim? Você tá louca? Caralho isso dói.. qual seu joguinho? Olha que to gostando hein..
- Não me chama de louca - lhe dei uma chicotada, ele gritou.. - Como eu disse só observa, ele já estava se assustando, já pedindo pra ser tirado dali e parar com a brincadeira, mas em vão, a cada palavra que não me agradava, a cada suplico era uma chicotada.
- CALA BOCA... -houve silêncio. Houve silêncio por uns instantes, fiquei parada apenas o olhando.
- Ótimo assim que gosto. Então senhor Daniell, o senhor é um advogado muito famoso, cheio da grana, bonito, trabalha numa empresa boa hein querido, mas será que todos sabem de suas fraldes? De seus roubos? Das pessoas que você mandou eliminar por ganância? Será?
- Do que você está falando garota? Você não sabe com quem você tá mexendo. - cala a tua boca. Lhe  dei um chute na cara (com salto) ele já estava ferido, por todo seu corpo, e seu rosto também estava em estado deprimente.
- Olha como fala comigo, você é quem não sabe com quem você está mexendo, chegou a tua vez de pagar por tudo que você fez. Mas vai ter que me responder umas coisinhas se quiser viver.
- O quê?
- Quem é que manda tu fazeres, coisa do tipo, pra quem você trabalha? Qual objetivo de vocês?
- Não vou falar.
Tudo bem já voltou. Passou-se uns instantes, e voltei com uma faca, super afiada, e passei levemente em seu braço.
- Vai me falar ou prefere morrer?
- Prefiro a morte sua vadia.
Mais um arranhão com a faca.
- É melhor você me falar, aproveita que estou de bom humor, ou posso arrancar teu pênis e ver chorar de dor seu desgraçado.
- Não ouse fazer isso.
Quando já estava chegando bem perto de seu membro com a faca, ele suplicou.
- Tudo bem, tubem eu falo.
- Ótimo como eu pensei. E então oque vocês querem matando e desviando dinheiro?
- Eu não sei ao certo o objetivo, nem sei ao certo o nome do chefe, pessoas como eu não tenho contato com ele, só os que estão mais lá em cima. Só cumpro ordens, e sei que é pra derrubar uma empresa porque a dele, não é pareô pra que ele pretende tomar posses, inclusive matou o chefe da empresa há alguns anos, mas continua de pé do mesmo jeito.
Por um instante perdi o foco, e relacionei as coisas, será que tem a ver com meu pai, será? Estou a um passo de descobrir.
- E então satisfeita? .Me despertando de meus devaneios
- Ah não, quero saber o nome de quem mataram?
- Isso eu não vou dizer.
Dei uma passada de facada em TODO corpo, ele gritou de dor, suplicando para eu parar com aquilo, mas não adiantava eu já estava cega por sangue, e ele não me falava, comecei a tortura-lo, bater, chutar, chicotear. Por último esfaquear, e o batia, torturava com todo ódio que existia em mim ,e ele gritava implorava por rendição, mas era tarde.
Quando estava ficando tarde, e conforme o torturava maior era seus gritos, alguém poderia perceber, e então lhe dei facadas no coração sem dó, até sem membro foi torturado, enfim vendo ele morrer, e todo aquele sangue espalhado pelo chão me dei por satisfeita, tirei as luvas, coloquei numa sacola, e peguei minhas roupas. Ou quase todas, não sei, não prestei atenção, só queria sumir dali, antes que alguém percebesse, coloquei tudo em minha bolsa, limpei meu sapato, e sai dali, fui para casa.
Chegando em casa tomei banho, ouvi minhas músicas pós-assassinato, eu entulhava- as assim, pedi uma comida japonesa, e terminei, de relaxar, fui dormir, esperando mais um dia, tediante naquela porra de escola.

Henri Povs ON
Chegando ao local do assassinato o mesmo de sempre  , corpo em um estado deplorável  , gravemente ferido, procuramos , procuramos e conseguimos achar uma peça de roupa feminina , um short com a bandeira da Inglaterra , pesquisamos  procurando por digitais e nada. Deixamos os técnicos lá  e partimos para casa.
Henri Povs Off
Alice Povs on
Cheguei na escola como sempre , escutando som alto, com meu All Star surrado e meu Ray –Ban pretos. Quase fui ao chão , quando Sthefany Pulou em cima de mim, me sufocando com um abraço , logo chegou a trupe inteira. As mesmas estavam afobadas e animadas, ah qual é gente?, em plena quarta –feira , pra que toda essa animação?, ou sou só eu que sou anti-social.
- Bom dia flor do dia- Patty falou sorrindo de orelha a orelha pra mim.
- Flor do dia, sério ?, poxa gente pra que essa animação toda?, Hoje temos de espanhol .
- ah Alice , larga de ser chata menina, e você viu o mais novo aluno de Medicina?
-Não , eu nem olho pro campus da faculdade, porque?
-Siga-me , tipo agora!
-ta, tá.
Nossa escola era muito famosa por seu ensino educacional ,há  4 anos , fizeram o cursos superiores também, agora era ensino médio do lado esquerdo e os cursos superiores do lado direito. Como a maioria dos alunos eram maiores de idades tanto do ensino médio quando os dos ensinos superiores , não viram problema algum nisso, ta certo que sempre tinha umas meninas se engolindo com alguns veteranos, mais nada que não fuja do normal, os veteranos eram muito babacas, mais que os aluninhos do ensino médio.
-vem Alice anda logo. – disse Patty , praticamente me arrastando pela escola.
- Onde vamos? – perguntei .
- Ao pátio,  tem um deus grego que eu quero que veja.- respondeu sorrindo de orelha a orelha.
Chegando lá.
- Alice..
-Sim ...-Patty apontou com a cabeça pra um menino  do outro lado do pátio , sentado embaixo de uma arvore com um livro nas mãos, fones de ouvido, parecia distraído mas concentrado no que lia,calça jeans preta surrada, camiseta branca gola V, jaqueta preta, All Star surrados, sim ele era a visão da perfeição ó próprio deus grego.
- E ai , oque acharam?  - Bella perguntou pras meninas.
- Eu pego.....- disse Sthefanny.
- você pega o La Torre Sthefanny. ....- disse fingindo estar brava com ela.
- Hm Alice, já ta com ciuminho do novato é?- disse Patty.
- Vocês que me mostraram ele. – dei um risada, e ele olhou na minha direção, ok , respira alice, será que ele escutou? ,ah não é possível , droga, ele ta vindo pra cá. e agora?
-Alice?.....- Chamou Patty, estalando os dedos na minha frente.
- Oque? – disse, o procurando com os olhos, apenas deu um sorriso de canto dos lábios e foi em direção ao prédio de medicina. ótimo ele viu que eu babava por ele, só falto um balde do meu lado.
-vamos? – disse Bella, soltando um risinho baixo.
-sim ...- apenas disse, quando me dei conta que estava totalmente corada.


Voltamos pra sala, tudo nos conformes como sempre, aula tediante, as meninas enchendo o saco por causa do novato e Henri como sempre olhando pra mim, senti  uma bolinha de papel bater em minha nuca, olhei pro chão e peguei o papel, era um bilhete de Henri.
‘’ quer ir comer algo comigo depois da aula? ‘’
‘’ porque iria querer Henri? ‘’
‘’Alice.... qual é vamos poxa? ‘’
‘’ Ta que seja então’’              
- então vamos ? – disse Henri sorrindo.
- vamos logo, antes que eu desista.- disse revirando os olhos.
Fomos andando até o Starbucks , sim eu amo o café de lá e a comida também, nos sentamos em uma mesa mais afastada das janelas, fizemos nosso pedido e logo Henri começou a puxar assunto.
- Alice, podemos conversar  direito ?
- oque você quer Henri?
- eu quero conversar, quero que você me de mais uma chance pra recomeçar, eu sei oque eu fiz e sei oque está sentindo, eu também me sinto assim , eu sei que não vai me perdoar tão fácil assim , mais por favor pensa nisso, eu preciso de você Alice, eu realmente te amo com todas as minhas forças. Por favor, me perdoe amor?
- Henri eu até queria te perdoar , mais esquecer tudo oque você fez comigo eu não consigo.
-Não estou lhe pedindo para esquecer , só estou pedindo uma nova chance , só isso, por favor?
- Não dá....
- Dá se você quiser!
-Então me responda... – meus olhos já estavam marejados a essa altura, os cheiro de chuva era perceptível mesmo ainda dentro da cafeteria.
- Porque você desapareceu?, sem nem se importar como eu estava , Porque você me abandonou aqui?, me responda Henri!
- Pequena eu.....eu ..... eu não posso! – ele passava as mãos nos cabelos em sinal de nervosismo.
- Chega, eu não aguento mais isso, adeus Henri! – sai da cafeteria, a chuva fria batendo fortemente contra meu corpo, comecei a correr e tremer de frio, Henri ainda me gritava, até que conseguiu me Alcançar, me levou pra debaixo de uma espécie de barraca, me fitava com a respiração ainda acelerada pela correria , não estava muito diferente dele naquele momento.
- E-E-EU  NÃO POSSO TE CONTAR!, Pequena eu juro que se pudesse teria lhe falado antes, juro que teria, mas não posso , por favor entenda.
-Não Henri eu não entendo, nem nunca vou entender o motivo de você ter me deixado e ir embora e  não ter dado nenhum sinal de vida, você faz ideia de quantas vezes eu quis me matar, por ser tão fraca?, faz ideia?
-Pequena..
-Não Henri, pra mim acabou já deu , eu não te amo mais, vê se entende isso de uma vez e vai viver sua vida e me deixa em paz, como fez ao longo do tempo.
-Não Alice, eu sei que você me ama, eu sei!
-Não Henri eu não te ...- fui impedida de falar, quando Henri encostou teus lábios aos meus e me prensou contra a parede, nosso beijo começou calma, como uma dança lenta, mais foi tomando um ritmo mais desesperado, como se não nos vessemos há messes inteiros, há anos, oque não deixava de ser verdade, ali continha toda a saudade, todas as noites em claro, tanto minhas como as dele. Noites chorando a fio, Parti o beijo, estava desesperada por ar, apenas fechei meus olhos não queria encara-lo agora, não queria, empurrei-o e sai correndo, corri o mais longe que pude, olhei pra trás e vi Henri sentado no chão com as mãos na cabeça. Era um novo tempo, tempo de recomeçar e sem Henri, parece que ele entendeu que aquele seria nosso ultimo beijo. Fui despertada de meus pensamentos quando a chuva foi ficando mais grossa e batendo fortemente contra meu corpo, me lembrei que deixei meu carro na escola, mais não me preocupei John cuidaria bem dele, ele era um senhor gentil, continuei a caminhar até que vejo um MusTang preto parando ao meu lado, já me preparei pra ser mais um idiota, tinha andando 6 quadras recadas há ‘’oie gatinha quer uma carona?’’, a pessoa desceu o vidro do passageiro e me lançou um sorriso.
-quer uma carona? – a pessoa disse sorrindo, era um homem, muito bonito por sinal, aparentava ter 25 anos.
- Eu te conheço por acaso? – mesmo sendo bonito, não pude evitar a resposta, e já me preparei pra sua resposta pronta.
- Desculpe, sei que não lhe conheço mais, nós somos da mesma escola, eu sou do Ensino Superior  e você é do Ensino Médio não é?  - ok, não tinha pensando nisso.
-Sim sou, mas porque esta me oferendo uma carona se nem me conhece e sabe que sou do ensino médio ? – agora eu estava reconhecendo- o, ele era aquele deus grego que vi mais cedo, pode ter certeza que apesar de toda a chuva eu estava como um pimentão, apesar de todo o frio.
- vem entra, por favor, não quero que pegue um resfriado, prometo que não sou um estuprador , tudo bem? – ele ainda me olhava sorrindo, apenas assenti com a cabeça e entrei , molhando todo seu estofado de couro.

CONTINUA!