sexta-feira, 26 de abril de 2013

Undercover - 5



 ( - vem entra , por favor, não quero que pegue um resfriado, prometo que não sou um estuprador, tudo bem? – ele ainda me olhava sorrindo, apenas assenti com a cabeça e entrei, molhando todo seu estofado de couro. ) <<<<<< ultimo capitulo <<<<<

- agora podemos nós apresentar formalmente certo? , Meu nome é Jonathan Carter, pode me chamar de Jonas ou só Carter mesmo e o teu nome como é? – ele me disse sorrindo.
- Sanders, Alice Sanders. Pode me chamar de Pequena se quiser, e obrigado pela carona e me desculpe pela grosseria de agora a pouco é que não muito normal um cara desconhecido me dar carona e eu molhar o banco de couro do carro dele a ponto de estragar. – mais que merda eu tava falando, já tava sendo grossa de novo, foco Alice!.
- Wow , calma ai , não se preocupe Srt. Sanders  eu não ligo pra isso.- ele me disse  sorrindo, qual é porque esse cara não para de sorrir? , e porque o sorriso dele tem que ser tão lindo ham?
- Droga  - murmurei baixinho , tinha esquecido completamente do meu carro.
- Que foi Senhorita Sanders ? .
- Meu carro, meu lindo Bebê, deixou-o na escola.
-  ah o Dodger Charger Preto É TEU ? – ele me olhou como se eu fosse um ET.
- Sim, porque o espanto ? – perguntei segurando o riso de sua expressão exagerada.
- Nada, é só meio como posso dizer, WOW, uma mulher dirigindo um Dodger Charger, é realmente impressionante. – ele ria um pouco e eu também.
- Eu sou impressionante Baby – nossa, ok nem eu esperava por aquilo, só pude escutar uma gargalhada gostosa dele.
- é eu sei , isso foi péssimo né? – comecei a rir também.
- ok Senhorita Sanders  A IMPRESSIONANTE, onde fica o caminho até sua casa?
- mas e meu carro? – perguntei fazendo bico.
- tudo bem, Façamos o seguinte, vou ligar para John e pedir que ele fique com teu carro, a chuva esta ficando forte e esta cada vez mais difícil de visualizar as ruas, mais tarde eu mesmo o pego e entrego na tua casa, ficamos combinados assim?
- Sim e mais uma vez obrigada por tudo . – ele apenas assentiu e me lançou um sorriso terno. Passados alguns minutos estranhei não termos chegados ainda, realmente estava muito difícil ver qualquer coisa na rua, estava tremendo de frio, por mais que o aquecedor estivesse ligado , ainda sim morreria de frio.
- Pequena.
-sim ?
- Pegue o meu casaco, está no banco de trás.
- Não Jonathan , não precisa estou bem assim.
- deixe de ser teimosa menina, pegue , ande.
- Tá.- revirei os olhos, avistei um livro  em cima do casaco que Jonathan me pediu para pegar, Shakespeare , Romeu e Julieta, nem preciso dizer que me encantei mais ainda, peguei o casaco e voltei para o banco de passageiro.
- Pequena, desculpe, mais a chuva esta muito forte, sua casa ainda fica mais longe segundo o GPS, a minha casa esta aqui perto, bom se não se importasse não gostaria de ficar lá até a chuva passar?, você esta tremendo de frio , duvido que meu casaco impeça-a de pegar um resfriado ou algo pior. Oque acha?
- se não for muito incômodo, mas do que já estou lhe incomodando.
- não será incômodo algum.
- sendo assim não vejo problemas então, muito obrigado de novo Jonathan    



- ei pare de me agradecer, não sou digno de tantos agradecimentos assim!
- desculpe-me então.
 ele soltou uma risadinha e balançou a cabeça negativamente.
- Chegamos ao meu lar, vem. – falou me puxando pela mão, quando toquei sua mão senti choques elétricos percorrerem meu corpo , talvez era porque eu estava congelando de frio e ele esta até quentinho.  Sua casa não era enorme como uma mansão era aconchegante, sua casa tinha um ar tão dele,  seu escritório  era um sonho de consumo  tinha uma lareira grande, não gigante mais proporcional ao espaço , ao lado da lareira tinha estantes de livros. O resto da casa era bonita e aconchegante, era dois andares, o andar superior tinha os quartos de hóspedes, banheiros  e uma porta que dava a uma sala de luta, um saco de box suspenso por cabos de aço no canto direito  e objetos de lutas marciais no canto esquerdo, não ousei perguntar o porque de tudo aquilo, seria invasão de privacidade da minha parte, ele já estava sendo super  amigável  comigo , porque enche-lo de perguntas?, enquanto o mesmo ia buscar algumas roupas pra mim , eu observei alguns Cds , Dvds e Livros.
- Voltei , como não tenho nada de mulher aqui comigo, peguei uma box, uma camiseta e uma calça de moletom, se não se importar é o melhor que tenho a lhe oferecer, já preparei sua banheira, a agua esta quentinha.
- oh, obrigado não precisava se incomodar, e obrigado pela banheira, se não se importa, vou tomar banho agora esta bem?
-Sim  claro. Estarei lhe esperando aqui em baixo.
- Com licença.
Aquela agua morna estava me relaxando muito, minha vida estava uma bagunça, Henri não largava do meu pé e o pior é que ainda o amava e muito, minha vingança já não estava fazendo mais tanto sentido, já estava farta de procurar e procurar sem nenhuma resposta, eu gostava de matar e torturar, não sou bem a mocinha da historia, de certa forma isso me aliviava, mais já estava cansada, mas pelo menos havia uma alegria em minha vida, minhas amigas, elas voltaram depois de tanto tempo , posso parecer uma rocha mais não sou , há muitos anos reprimi a menininha lindinha, que chorava por tudo, aprendi que pra ser forte , não posso chorar e muito menos deixar me amolecer por qualquer coisa, mas realmente Henri meche comigo, oh céus porque o amo tanto?, não deveria haver espaço na minha vida pra isso, não era correto, apesar de não conseguir perdoar Henri por ter me abandonado não posso  deixar de ser culpada também , se Henri sonhasse com as coisas que faço nunca mais e aproximaria de mim , mais pelo menos seguiria sua vida em paz, por mais que eu anseie uma vida normal, não posso ter, posso colocar muitas pessoas em perigo. Fui despertada de meus devaneios quando ouvi barulho de passos e batidas na porta do banheiro.
- Pequena, você está bem?   - ah havia me esquecido do deus grego lá embaixo.
- Estou sim, perdoe-me  pela demora.
- não tudo bem , só estranhei a demora, faz quase uma hora que você esta ai  - nem percebi que estava chorando, só me dei conta quando escutei meus próprios soluços  e passei as pontas dos dedos pelo meu rosto. – Pequena você está chorando? , tem certeza que está tudo bem?
- tenho sim, me espere lá em baixo, por favor – minha voz saio  mais tremula do que  eu imaginava.
- tudo bem , se precisar de algo me chame.
Depois de escutar o mesmo descer as escadas, terminei o banho me direcionei até o quarto , em cima da cama estava, uma camiseta social preta, uma calça de moletom cinza e uma cueca boxer da Calvin Klein, me lembrei que tinha uma camiseta dos Beatles dentro da bolsa, era um pouco mais confortável que a camiseta social , que pensando bem deveria ficar perfeitamente bem nele, a camiseta social era meio justa e apertada  , que provavelmente  destacaria muito bem aqueles músculos, foco Alice, já esta tendo pensamentos pervertidos com o coitado. Vesti minha Blusa e desci, o encontrando deitado em sua poltrona no escritório lendo um livro , Macbeth de Shakespeare,  não sei oque me surpreendia mais ele lendo tão concentrado tão lindo ou o fato de que ele estava sem camisa com um óculos de leitura que diga se de passagem o deixou mais sexy, sedutor, como se respira mesmo? .
- voltei  - o chamei, ele se assustou um pouco mais logo sorrio para mim.
- Está com fome?, saímos tarde da instituição hoje, quer comer algo?
- por favor, estou morrendo de fome. – logo quando disse isso, minha barriga roncou mostrando que eu não falava só por falar, ele se levantou e veio caminhando em minha direção, passou por mim sorrindo em direção a cozinha, pude sentir seu perfume amadeirado, me entorpecendo a medida que puxava mais ar para os meus pulmões. Caminhei atrás dele , sentei ao balcão da cozinha trazendo comigo romeu e julieta.
-ela ensina as luzes a brilhar! Parece pender da face da noite como um brinco precioso da orelha de um etíope! Ela é bela demais pra ser amada e pura demais pra esse mundo! Como uma pomba branca entre corvos, ela surge em meio às amigas. Ao final da dança, tentarei tocar sua mão, pra assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza.
- wow, temos uma amante de literatura aqui? – dei uma gargalhada e ele logo me acompanhou.
- oque temos agora , cozinheiro ?
- Sanduiche a moda da casa, refrigerante e chocolates?
- nossa que banquete dos deuses – falei irônica, mas logo depois desatei a rir de sua cara incrédula, não entendia essa vontade que tinha de sorri quando estava perto dele.

Carter Pov on 


Depois de uma conversa animada na mesa da cozinha, resolvemos assistir um filme, Pequena era realmente encantadora, apesar de ser um pouco mais nova, não era igual a meninas da tua idade, que eram fúteis e egoístas, ela era incrivelmente linda, estava deitada em meu peito, seu rosto era tão sereno, tão angelical, apenas acariciava teus cabelos, macios, lisos e pretos, sua pele era branca, tão branca como a neve, resolvi parar de observa-la com relutância mais resolvi, peguei-a nos braços e levei até o meu quarto, que era o melhor da casa, coloquei-a na cama, ela se remexeu um pouco e pediu com voz rouca e baixa,
- Fica aqui. – disse ela meio sonolenta.
- Tem certeza? – não sabia se era uma boa ideia, nem nós conhecíamos direito pra termos essa intimidade.
- Tenho sim – respondeu um pouco mais lucida.
- Não vai me bater pela manhã? – ela soltou um risinho gostoso.
-  Não , não vou , mais não tente fazer nada comigo, se não te arrebento em dois tempos.
- sendo assim tudo bem, já estou voltando. – ela só murmurou um ‘’aham’’. Desci as escadas, peguei as coisas dela, tranquei a casa, peguei minha arma e subi, coloquei minha arma na gaveta da cômoda na esperança de ela não a ver , mais acho que não viu, peguei suas roupas e guardei em sua bolsa, peguei teu celular e coloquei-o na cômoda junto ao meu, quando deitei na cama, ela já tinha adormecido, senti seus braços me abraçarem inocentemente e colar nossos corpos. Dali em diante eu tinha certeza que dormir na minha cama não seria mais a mesma coisa pra mim.

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Undercover- 4



Alice pov's on
Andei investigando sobre advogados corruptos, esse últimos anos desde a morte de meus pais, até chegar ao meu objetivo final, e sair desse vida de tirar a vida das pessoas ou não. Porque pra ser sincera, eu até gosto do que faço, não to matando inocentes mesmo. E isso acalma minha ira, e minha sede por sangue aumenta a cada tortura, a cada vitíma, ou seja, não tem como voltar atrás. Nesses ultimo dias pesquisei advogado, Daniell Carlos, tinha seus maiores podres escondidos que vocês poderiam imaginar.
Me aproximei dele, pra pegar uma certa amizade, na maior discrição sem que ninguém conhecido meu soubesse, fui há festas com ele, dormia com ele, isso mesmo, inclusive achei muitos papeis interessantes em sua casa depois de uma noite de loucuras, enquanto ele dormia. Até que hoje resolvi colocar um ponto final, já deixei ele feliz demais, certo?
Saí da escola, tomei meu querido remédio, e combinei de jantar com ele, fomos há um restaurante caríssimo, o cara estava louco de amores por mim, super apaixonado, parecia um adolescente, ele me pediu em namoro e me deu um anel lindo de diamantes, nossa até parece assim, que sou interesseira e pobre. Mas tudo bem, eu aceitei pra deixar as coisas mais legais, afinal ele morreria feliz, nós dois super ''apaixonados'' saímos de lá, felizes e sorridentes, fomos a sua casa.
Pra comemorar ele abria uma garrafa de vinho, um dos mais caros, e um dos melhores confesso.. Confesso também que depois do crime roubei a garrafa, não aguentei. Depois de umas boas doses, e uns amassos de leve, o clima começou esquentar. O joguei no sofá e subi em cima dele, enquanto ele me despia e eu fazia o mesmo, houve um momento em que ousou tirar minha luva, sim eu estava com uma luva preta em ambas as mãos, pra se dizer de charme, mas tudo uma farça somente para não deixar impressões digitais, eu tinha tudo programado em minha mente.
- Ora, porque não as luvas, pode atrapalhar mais tarde hein.. - ele disse ofegante em meio aos beijos e mordidas que eu lhe dava.
- Ah não é nada, é que estou com um leve ferimento nas mãos.. não há de se preocupar, estou com curativos em baixo.
Não disse nada, já apenas de langerie, e ele apenas com sua cueca box preta, me pegou no colo e me levou até o quarto, me jogando na parede, pegou nos meu cabelos puxando pra trás, e beijando meu colo, começando a tirar meu sutiã e eu sua cueca, já nus, eu tomei o controle e o virei para parede na posição em que eu estava, peguei em seu membro já excitado há uns instantes, e comecei a fazer movimentos o masturbando em meios a gemidos dele, Daniell apertava meus seios, a cada movimento se eu aumentasse, eu apertava com mais sutileza e força, já chegando ao orgasmo, ele me jogou na cama, passou a mão sobre todo meu corpo, mordendo, chupando de leve, e me apertando, ele foi me beijando desde o pescoço até o umbigo, quando ele havia chegado perto da minha intimidade me olhou e deu um sorriso malicioso. Quando encostou seus lábios e sua língua em minha intimidade, dei um gemido, enquanto ele me chupava, apertava os meus seios ao mesmo tempo. Até que não resisti mais, e cheguei ao orgasmo, ele voltou a me beijar, já sem resistência nenhuma pegou uma camisinha que havia em sua carteira, a colocou e penetrou em mim. Ambos gemia, e o arranha todo, sem dó. Quando havíamos chegado ao ápice.. deitados ofegantes.. Eu me levantei já pensativa ''é agora que vem a parte boa''.
- A onde vai?
- Calma, eu já volto, não acabou.. - disse há ele soltando um sorriso demoníaco. Voltei com luvas e vestida, sim, vestida, havia uma peça de roupa minha na casa dele, como eu disse fazia um tempo que estávamos juntos. Cheguei com algemas, a vitima achando que teria uma noite maravilhoso estava muito enganado, pedi que sentasse em uma cadeira, assim o fez, e o algemei.
- Oque vai fazer?
- Observa.
Peguei um chicote, ele me olhando com espanto mas volta e meia dava sorrisos maléficos, achando que ia se dar bem.
- Hoje você tá perigosa hein.. Foi um ótimo dia ter te pedido em namoro.
- HA HA HA HA - dei uma risada nada legal.. - Azar o seu.. - falei enquanto coloquei com toda força meu pé sobre seu peito com meu salto 15 cm
- C-c-como assim? Você tá louca? Caralho isso dói.. qual seu joguinho? Olha que to gostando hein..
- Não me chama de louca - lhe dei uma chicotada, ele gritou.. - Como eu disse só observa, ele já estava se assustando, já pedindo pra ser tirado dali e parar com a brincadeira, mas em vão, a cada palavra que não me agradava, a cada suplico era uma chicotada.
- CALA BOCA... -houve silêncio. Houve silêncio por uns instantes, fiquei parada apenas o olhando.
- Ótimo assim que gosto. Então senhor Daniell, o senhor é um advogado muito famoso, cheio da grana, bonito, trabalha numa empresa boa hein querido, mas será que todos sabem de suas fraldes? De seus roubos? Das pessoas que você mandou eliminar por ganância? Será?
- Do que você está falando garota? Você não sabe com quem você tá mexendo. - cala a tua boca. Lhe  dei um chute na cara (com salto) ele já estava ferido, por todo seu corpo, e seu rosto também estava em estado deprimente.
- Olha como fala comigo, você é quem não sabe com quem você está mexendo, chegou a tua vez de pagar por tudo que você fez. Mas vai ter que me responder umas coisinhas se quiser viver.
- O quê?
- Quem é que manda tu fazeres, coisa do tipo, pra quem você trabalha? Qual objetivo de vocês?
- Não vou falar.
Tudo bem já voltou. Passou-se uns instantes, e voltei com uma faca, super afiada, e passei levemente em seu braço.
- Vai me falar ou prefere morrer?
- Prefiro a morte sua vadia.
Mais um arranhão com a faca.
- É melhor você me falar, aproveita que estou de bom humor, ou posso arrancar teu pênis e ver chorar de dor seu desgraçado.
- Não ouse fazer isso.
Quando já estava chegando bem perto de seu membro com a faca, ele suplicou.
- Tudo bem, tubem eu falo.
- Ótimo como eu pensei. E então oque vocês querem matando e desviando dinheiro?
- Eu não sei ao certo o objetivo, nem sei ao certo o nome do chefe, pessoas como eu não tenho contato com ele, só os que estão mais lá em cima. Só cumpro ordens, e sei que é pra derrubar uma empresa porque a dele, não é pareô pra que ele pretende tomar posses, inclusive matou o chefe da empresa há alguns anos, mas continua de pé do mesmo jeito.
Por um instante perdi o foco, e relacionei as coisas, será que tem a ver com meu pai, será? Estou a um passo de descobrir.
- E então satisfeita? .Me despertando de meus devaneios
- Ah não, quero saber o nome de quem mataram?
- Isso eu não vou dizer.
Dei uma passada de facada em TODO corpo, ele gritou de dor, suplicando para eu parar com aquilo, mas não adiantava eu já estava cega por sangue, e ele não me falava, comecei a tortura-lo, bater, chutar, chicotear. Por último esfaquear, e o batia, torturava com todo ódio que existia em mim ,e ele gritava implorava por rendição, mas era tarde.
Quando estava ficando tarde, e conforme o torturava maior era seus gritos, alguém poderia perceber, e então lhe dei facadas no coração sem dó, até sem membro foi torturado, enfim vendo ele morrer, e todo aquele sangue espalhado pelo chão me dei por satisfeita, tirei as luvas, coloquei numa sacola, e peguei minhas roupas. Ou quase todas, não sei, não prestei atenção, só queria sumir dali, antes que alguém percebesse, coloquei tudo em minha bolsa, limpei meu sapato, e sai dali, fui para casa.
Chegando em casa tomei banho, ouvi minhas músicas pós-assassinato, eu entulhava- as assim, pedi uma comida japonesa, e terminei, de relaxar, fui dormir, esperando mais um dia, tediante naquela porra de escola.

Henri Povs ON
Chegando ao local do assassinato o mesmo de sempre  , corpo em um estado deplorável  , gravemente ferido, procuramos , procuramos e conseguimos achar uma peça de roupa feminina , um short com a bandeira da Inglaterra , pesquisamos  procurando por digitais e nada. Deixamos os técnicos lá  e partimos para casa.
Henri Povs Off
Alice Povs on
Cheguei na escola como sempre , escutando som alto, com meu All Star surrado e meu Ray –Ban pretos. Quase fui ao chão , quando Sthefany Pulou em cima de mim, me sufocando com um abraço , logo chegou a trupe inteira. As mesmas estavam afobadas e animadas, ah qual é gente?, em plena quarta –feira , pra que toda essa animação?, ou sou só eu que sou anti-social.
- Bom dia flor do dia- Patty falou sorrindo de orelha a orelha pra mim.
- Flor do dia, sério ?, poxa gente pra que essa animação toda?, Hoje temos de espanhol .
- ah Alice , larga de ser chata menina, e você viu o mais novo aluno de Medicina?
-Não , eu nem olho pro campus da faculdade, porque?
-Siga-me , tipo agora!
-ta, tá.
Nossa escola era muito famosa por seu ensino educacional ,há  4 anos , fizeram o cursos superiores também, agora era ensino médio do lado esquerdo e os cursos superiores do lado direito. Como a maioria dos alunos eram maiores de idades tanto do ensino médio quando os dos ensinos superiores , não viram problema algum nisso, ta certo que sempre tinha umas meninas se engolindo com alguns veteranos, mais nada que não fuja do normal, os veteranos eram muito babacas, mais que os aluninhos do ensino médio.
-vem Alice anda logo. – disse Patty , praticamente me arrastando pela escola.
- Onde vamos? – perguntei .
- Ao pátio,  tem um deus grego que eu quero que veja.- respondeu sorrindo de orelha a orelha.
Chegando lá.
- Alice..
-Sim ...-Patty apontou com a cabeça pra um menino  do outro lado do pátio , sentado embaixo de uma arvore com um livro nas mãos, fones de ouvido, parecia distraído mas concentrado no que lia,calça jeans preta surrada, camiseta branca gola V, jaqueta preta, All Star surrados, sim ele era a visão da perfeição ó próprio deus grego.
- E ai , oque acharam?  - Bella perguntou pras meninas.
- Eu pego.....- disse Sthefanny.
- você pega o La Torre Sthefanny. ....- disse fingindo estar brava com ela.
- Hm Alice, já ta com ciuminho do novato é?- disse Patty.
- Vocês que me mostraram ele. – dei um risada, e ele olhou na minha direção, ok , respira alice, será que ele escutou? ,ah não é possível , droga, ele ta vindo pra cá. e agora?
-Alice?.....- Chamou Patty, estalando os dedos na minha frente.
- Oque? – disse, o procurando com os olhos, apenas deu um sorriso de canto dos lábios e foi em direção ao prédio de medicina. ótimo ele viu que eu babava por ele, só falto um balde do meu lado.
-vamos? – disse Bella, soltando um risinho baixo.
-sim ...- apenas disse, quando me dei conta que estava totalmente corada.


Voltamos pra sala, tudo nos conformes como sempre, aula tediante, as meninas enchendo o saco por causa do novato e Henri como sempre olhando pra mim, senti  uma bolinha de papel bater em minha nuca, olhei pro chão e peguei o papel, era um bilhete de Henri.
‘’ quer ir comer algo comigo depois da aula? ‘’
‘’ porque iria querer Henri? ‘’
‘’Alice.... qual é vamos poxa? ‘’
‘’ Ta que seja então’’              
- então vamos ? – disse Henri sorrindo.
- vamos logo, antes que eu desista.- disse revirando os olhos.
Fomos andando até o Starbucks , sim eu amo o café de lá e a comida também, nos sentamos em uma mesa mais afastada das janelas, fizemos nosso pedido e logo Henri começou a puxar assunto.
- Alice, podemos conversar  direito ?
- oque você quer Henri?
- eu quero conversar, quero que você me de mais uma chance pra recomeçar, eu sei oque eu fiz e sei oque está sentindo, eu também me sinto assim , eu sei que não vai me perdoar tão fácil assim , mais por favor pensa nisso, eu preciso de você Alice, eu realmente te amo com todas as minhas forças. Por favor, me perdoe amor?
- Henri eu até queria te perdoar , mais esquecer tudo oque você fez comigo eu não consigo.
-Não estou lhe pedindo para esquecer , só estou pedindo uma nova chance , só isso, por favor?
- Não dá....
- Dá se você quiser!
-Então me responda... – meus olhos já estavam marejados a essa altura, os cheiro de chuva era perceptível mesmo ainda dentro da cafeteria.
- Porque você desapareceu?, sem nem se importar como eu estava , Porque você me abandonou aqui?, me responda Henri!
- Pequena eu.....eu ..... eu não posso! – ele passava as mãos nos cabelos em sinal de nervosismo.
- Chega, eu não aguento mais isso, adeus Henri! – sai da cafeteria, a chuva fria batendo fortemente contra meu corpo, comecei a correr e tremer de frio, Henri ainda me gritava, até que conseguiu me Alcançar, me levou pra debaixo de uma espécie de barraca, me fitava com a respiração ainda acelerada pela correria , não estava muito diferente dele naquele momento.
- E-E-EU  NÃO POSSO TE CONTAR!, Pequena eu juro que se pudesse teria lhe falado antes, juro que teria, mas não posso , por favor entenda.
-Não Henri eu não entendo, nem nunca vou entender o motivo de você ter me deixado e ir embora e  não ter dado nenhum sinal de vida, você faz ideia de quantas vezes eu quis me matar, por ser tão fraca?, faz ideia?
-Pequena..
-Não Henri, pra mim acabou já deu , eu não te amo mais, vê se entende isso de uma vez e vai viver sua vida e me deixa em paz, como fez ao longo do tempo.
-Não Alice, eu sei que você me ama, eu sei!
-Não Henri eu não te ...- fui impedida de falar, quando Henri encostou teus lábios aos meus e me prensou contra a parede, nosso beijo começou calma, como uma dança lenta, mais foi tomando um ritmo mais desesperado, como se não nos vessemos há messes inteiros, há anos, oque não deixava de ser verdade, ali continha toda a saudade, todas as noites em claro, tanto minhas como as dele. Noites chorando a fio, Parti o beijo, estava desesperada por ar, apenas fechei meus olhos não queria encara-lo agora, não queria, empurrei-o e sai correndo, corri o mais longe que pude, olhei pra trás e vi Henri sentado no chão com as mãos na cabeça. Era um novo tempo, tempo de recomeçar e sem Henri, parece que ele entendeu que aquele seria nosso ultimo beijo. Fui despertada de meus pensamentos quando a chuva foi ficando mais grossa e batendo fortemente contra meu corpo, me lembrei que deixei meu carro na escola, mais não me preocupei John cuidaria bem dele, ele era um senhor gentil, continuei a caminhar até que vejo um MusTang preto parando ao meu lado, já me preparei pra ser mais um idiota, tinha andando 6 quadras recadas há ‘’oie gatinha quer uma carona?’’, a pessoa desceu o vidro do passageiro e me lançou um sorriso.
-quer uma carona? – a pessoa disse sorrindo, era um homem, muito bonito por sinal, aparentava ter 25 anos.
- Eu te conheço por acaso? – mesmo sendo bonito, não pude evitar a resposta, e já me preparei pra sua resposta pronta.
- Desculpe, sei que não lhe conheço mais, nós somos da mesma escola, eu sou do Ensino Superior  e você é do Ensino Médio não é?  - ok, não tinha pensando nisso.
-Sim sou, mas porque esta me oferendo uma carona se nem me conhece e sabe que sou do ensino médio ? – agora eu estava reconhecendo- o, ele era aquele deus grego que vi mais cedo, pode ter certeza que apesar de toda a chuva eu estava como um pimentão, apesar de todo o frio.
- vem entra, por favor, não quero que pegue um resfriado, prometo que não sou um estuprador , tudo bem? – ele ainda me olhava sorrindo, apenas assenti com a cabeça e entrei , molhando todo seu estofado de couro.

CONTINUA!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

GRUPO NO FACE :D

 Heyy , tudo bem com vocês??, bom espero que sim, gente pra quem quiser adicionar a gente no face, eu agradeço ,lá você pode receber spoilers e tals! bom e se não gostarem de nada ,chega lá e conversa com a gente ,dois bjos!
Grupo GATAS! :D

Undercover - 3


Capitulo 2

- Eu oque? Se for falar, fala logo não tenho o dia todo moleque.
- Alice eu sinto muito, por tudo que aconteceu, me sinto culpado por não estar presente nesse momento da sua vida, e.. - antes que terminasse ele é interrompido. 
- Se for pra se lamentar, e ficar com remorso, e com falsos sentimentos, passar bem, e quer saber? Não quero saber oque tem a me dizar, vou nessa.
- Não, por favor deixa-me terminar, me escuta.
- Diz.
- Eu tive problemas familiares, e fui morar por uns tempos na California, eu não soube do que ocorreu com seus pais, fiquei sabendo quando cheguei aqui, como havia dito te mandei e-mails mas você não respondeu. Eu necessitava ir, e agora tô aqui com você, e eu te amo, diga que precisa de mim o tanto quanto preciso de ti. 
- Era só isso? Como eu havia dito, não me venha com falsos sentimentos. 
- Alice..
Eu sai com uma enorme frieza no rosto e um aperto no peito, eu queria abraça-lo, mas meu orgulho e minha razão tal qual eu nem sei se ainda estou certa, isso tudo falava mais alto e eu não sederia, algo me dizia que aquela explicação não era concreta, não era real, algo oculto tinha ali, e eu não sabia oque era.


Pov's Henri on


Ah minha vida está conturbada, uma verdadeira merda, no trabalho nada de novo aparece, o assassino (a) só mata cada vez mais, e nenhuma pista de quem seja. Isso tá me dando nos nervos. A Alice me esnoba, eu à amo, mas está difícil aturar suas patadas e sua frieza, eu errei, e menti pra ela sobre ir pra California blá blá blá, me sinto uma merda, um idiota total, queria tê-la em meus braços sobre minha proteção e carinho, ela é tão frágil, insegura, pequena, queria tê-la pra nunca mais perdê-la, mas nem tudo é como queremos. 
Quando saí de meus desvaneios, me deparo com Andrew me fitando com cara de esnobação, e rindo de mim, provavelmente da minha expressão. Andrew era um grande amigo meu, ele também fazia parte do FBI (já contei a vocês que faço parte do FBI? Estou investigando um causo sobre um assassino que anda matando executivos de muito sucesso, há tempos, e não descobri nenhuma informação sobre ele, e é aí que entra a história do chá de sumiço que dei quando os pais de Alice morreram, eu estava treinando pra entrar no FBI quando isso aconteceu, Andrew é meu parceiro, ele investiga e observa as pessoas que suponhamos suspeitas).
- Hey Henri acorda cara, cê tava falando de novo com aquela esquisitinha man?
- Não fale assim dela.
- '' Aiiin Não fala assim dela'' Parei.

- É sério porra, eu amo demais desde pequeno mas ela não me dá a mínima - Andrew gargalho alto, com maldade.
- Cara tu não percebe oque tá fazendo? Você só falta entrar em prantos por causa da esquisita da Alice, tanta menina gostosa, linda, legal se jogando ao seus pés, e você correndo atrás dela.
- Cara, ela não é esquisita, ela é Minha Alice e não quero mais ningém além dela. 
- Tá, tá, cansei de ouvir isso, se quer sofrer, fique a vontade, vamos embora? O sinal tocou e não quero ficar aqui.
Pov's Alice on 


Henri e suas mentiras, acha que vou cair nelas, acha mesmo? Coitado. O pior de tudo é que esse babaca não sai de meus pensamentos, quem vê até pensa, mas é óbvio que não gosto dele, porque gostaria? Certo? Só porque ele é perfeito, carinho, e conheço ele desde minha infância, só por isso? Af merda. Mas isso tudo é mentira, ele me abandonou. Mas e se ele me ama mesmo? E se eu estiver cometendo um erro? E se? Droga, droga.



Mal conseguia respirar em meio as lágrimas, corri pro banheiro, me tranquei, e chorei, chorei, como nuna havia chorado desde a morte dos meus pais, em meio aos soluços, já não sabia mais o motivo de minhas lágrimas.
- Então gente, vamos sábado no bob's?
- Ain, não sei.
- Gente, espera silêncio, eu conheço esse choro. Alice? ..
- Acho que não é ela não, Bella.
- É ela sim Patty, cala a boca.
- Hey meninas não briguem.
- Sthefany, fica quieta.
- Alice .. é você?
- Vão embora - diz Alice com muito esforço, devido ao choro.
- ALice..
-Eu não quero falar com você, vão embora, já disse.
Alguns minutos se passaram, Alice achou que as meninas tinham ido embora, quando se depara com uma cabeça em baixo, a menina estava deitada de bruços, observando-a. 
- Ooooooooooi - a mesma sorri para ela.

- Oooi - essa vinha de cima, Bella havia subido no vaso do banheiro ao lado.
- Oooi - essa vinha de Patty que provavelmente teria subido em cima da que estava deitada.
- Patty gorda sai de cima de mim. 
- Sthefanny cala a tua boca.
Enquanto as três discutiam, Alice lembrava da época em que era feliz, em que matava aula todas juntas e se divertiam. 
- Hey quer me contar oque houve senhorita Alice? - Sthefanny perguntou com uma expressão preocupada.
- É, a gente nuca te viu chorar, oque ele fez? - Isabella 
Alice não respondeu nenhuma delas e continuou a desabar.
- Conte-nos logo antes que eu o mate - Patricia disse com certo tom de raiva.
- Não sei ao certo, só quero sumir daqui.. urgente.
- Certeza?
- Sim.
- Tudo bem vamos te tirar daqui então, tudo bem? Isabella disse com um tom engraçado como se houvesse lhe despertado alguma ideia.
- A gente passa na sua casa depois, ok?
- OK.


Então vamos, eu irei distraia a bruxa (monitora). Sthefanny você, distrai o porteiro, Isabella leve ela até a saida em segurança, porque se alguém nos pega estamos fodidas, e ninguém quer morrer, certo? Patricia agia como se fosse um comandante dando as suas ordens. 
Todas riram e entrarm em ação, tudo deu certo. Alice foi para casa, e não estava nem um pouco afim de se socializar. Ligou para as meninas e disse que iria sair, pois houve um problema na empresa e ela teria que ir resolver. Mas na verdade, passou a tarde toda no quarto, deitada refletindo sobre sua vida, escutando um Rock, digamos que clássico. 
Afim de ir no Starbucks, vestiu um shorts jeans lavagem e uma blusa básica, e tênis. Quando havia chegado, pediu café, e algumas coisas de comer, pra levar para a casa. Logo anoiteceu. No dia seguinte se vestiu, com all star, meia calça escura e jaqueta de couro preta, e o inseparáveis fones de ouvios, podeira ir nua, mas sem os fones, nunca. Chegando lá desceu o carro, com a mesma cara de bosta, de quem ne sendo paga queria ser sociável, de sempre, seus cabelos dançavam conforme o vento da matina, Henri certamente devia estar em seus desvaneios, obervando-a chegar, com um sorriso de quem sente borboletas no estômago e parece aquelas menininhos todo jeitoso. Mas quem o conhecia sabia o nome e sobrenome de seus sintomas, Alice Kallister. Pouco se fudendo pros olhares que a cercavam, que de certa forma já havia se acostumado a muito tempo, entrou no inferno ( escola rsss) Viu uma pessoa de longos e claros cabelos correndo em sua direção, já sabendo quem havia de ser, e não querendo cair no hcão desviou de Sthefanny que quase cai no chão, Isabella a segurou pelas costas, quase fazendo com que ela caisse, e dizendo: - Me segura. Um sorriso sincero surgi no rosto de Alice, que raramente se aparecia. 
Enquanto isso Henri com um amigo..
     Matheus La Torre um menino muito inteligente, calculista, observador, não era atoa que ele era da inteligência do FBI, o conheci a alguns anos atrás no centro de treinamentos do FBI. O menino tinha um longa queda, ou melhor um precipício por Stefanny Rojedo, era apaixonado pela menina desde a 4ª série, diferente de mim nunca se declarou a sua amada.
- Hey retardado, que foi?
- Ham?, oque você disse?- olhei pra ele meio confuso e atordoado.
- Cara se ta bem?- disse olhando pra mim com certa preocupação. 
-Ah to sim, fica tranquilo.
-Hum....mais então ta com essa cara de besta porque?
-Nada não.- legal estava mentindo de novo, só faço isso mesmo ultimamente. 
- Hum, já sei isso tem nome e sobrenome né?- merda de melhor amigo, porque tinha que saber de tudo hein?
- Na boa La Torre, hoje não ok.
-Tá, tá.
-Vamos pra sala?
- Demoro.



Chegando na sala, vi Alice sentada com as meninas ,sorrindo e conversando alegremente... pera... Alice Kallister SORRINDO E CONVERSANDO ALEGREMENTE? UOU... okay, meu deus como ela é tão linda sorrindo... 
- Ai porra. – La Torre olhou pra mim como se dissesse, porra se falou alto demais.
-Ah me desculpe.- olhei pra Alice que ria feito uma hiena da situação e suas amigas não ficavam pra trás. 
- Oi-Oie Steh.- Matheus parecia um pimentão de tão vermelho.
- Oie Matheus. - disse a garota sorrindo e corando no instante seguinte.
Matheus, sorriu de volta para a menina que instantaneamente corou e nos afastamos um pouco delas.
-Sério cara?, oie e ainda gaguejando , mais vermelho que pimentão? sério mesmo?- disse olhando pra ele , que parecia nem me escutar ,estava hipnotizado em Stefanny . 
-Hey, cê ta me ouvindo cara?.
-Ham? Oque? – disse o mesmo, meio perdido.
-NADA – revirei os olhos e sentei e minha cadeira, lá no fundão , não gostava da aula do SR.Flecter então ,prefiri ficar lá mesmo, odeio matemática.
Depois da escola fui pra sede do FBI , chegando lá, apenas mais problemas me esperavam e esses eram dos grandes. Quando adentrei a sala de comando já via Miles, meu chefe, andando de um lado pro outro sem parar.
Por quê só foi chegar agora Owen? – Miles dizia quando outro ser adentrou a sala de comando. – E você Bravanelli? Oque vocês estavam fazendo?
Calma chefinho, você anda muito estressado ultimamente. – reprimi um riso e fui em direção ao meu mentor, Deixando Andrew com nosso chefe boa praça e super simpático. Meu mentor Frankillin ou Frank mesmo, Frank era meu segundo pai , depois que meu pai morreu em um bruto acidente de carro. Desde de então frank é meu segundo pai e também ajuda bastante a minha mãe, tenho minhas desconfianças mais ok.

Oque foi agora Miles?- disse Andrew, parando de irritar nosso ‘chefinho’
Encontraram um pano, melhor dizendo , uma roupa, não conseguimos identificar oque era ao certo. – disse Miles serio. 
Posso ver? – Frank disse, Miles apenas assentiu em confirmação e estendeu o pano a Frank, ele analisou ,analisou e nada.
Posso? – disse esticando minha mão para pegar o pano.
Sim, claro. – disse Frank.
Na hora que bati o olho não pude deixar de lembrar de pequena , o por que? Bom ,porque pequena tinha uma calcinha igualzinha a aquela cor de pano, era rendada e vermelha, como eu amava aquela calcinha, uma voz me chamou me despertando de meus momentos prol pequena.
Eai? Alguma coisa? – disse Andrew.
Bom, isso é de uma mulher , sem sombra de duvida, e suspeito que seja parte de uma lingerie. – todos me olharam e desataram a rir, não entendi isso!
Oque foi? – perguntei um pouco incomodado com aquelas hienas , até meu lindo chefinho tinha caído na gargalhada. – qual é a graça? Arrg..... isso é um assunto sério. 
Não é que, sei lá é bem improvável ser uma mulher, qual é Owen? – disse Andrew, ainda rindo. Mas não podemos desconsiderar essa fato, simplesmente por poder ser uma mulher muito sexy diga de passagem, quando ia pronunciar algo , La torre chegou falando rápido.
Miles, recebemos um chamado ele atacou de novo. E dessa vez é um advogado , Daniell Carlos, 34 anos, solteiro, financeiramente estável e sucedido, causa da morte ainda não sabemos.
Onde é?- disse ,já pegando minhas coisas e fazendo gesto pra que Andrew fizesse o mesmo.
No centro, há 10 minutos daqui, dessa vez ele caprichou.- disse La torre.