quinta-feira, 11 de abril de 2013

Undercover - 3


Capitulo 2

- Eu oque? Se for falar, fala logo não tenho o dia todo moleque.
- Alice eu sinto muito, por tudo que aconteceu, me sinto culpado por não estar presente nesse momento da sua vida, e.. - antes que terminasse ele é interrompido. 
- Se for pra se lamentar, e ficar com remorso, e com falsos sentimentos, passar bem, e quer saber? Não quero saber oque tem a me dizar, vou nessa.
- Não, por favor deixa-me terminar, me escuta.
- Diz.
- Eu tive problemas familiares, e fui morar por uns tempos na California, eu não soube do que ocorreu com seus pais, fiquei sabendo quando cheguei aqui, como havia dito te mandei e-mails mas você não respondeu. Eu necessitava ir, e agora tô aqui com você, e eu te amo, diga que precisa de mim o tanto quanto preciso de ti. 
- Era só isso? Como eu havia dito, não me venha com falsos sentimentos. 
- Alice..
Eu sai com uma enorme frieza no rosto e um aperto no peito, eu queria abraça-lo, mas meu orgulho e minha razão tal qual eu nem sei se ainda estou certa, isso tudo falava mais alto e eu não sederia, algo me dizia que aquela explicação não era concreta, não era real, algo oculto tinha ali, e eu não sabia oque era.


Pov's Henri on


Ah minha vida está conturbada, uma verdadeira merda, no trabalho nada de novo aparece, o assassino (a) só mata cada vez mais, e nenhuma pista de quem seja. Isso tá me dando nos nervos. A Alice me esnoba, eu à amo, mas está difícil aturar suas patadas e sua frieza, eu errei, e menti pra ela sobre ir pra California blá blá blá, me sinto uma merda, um idiota total, queria tê-la em meus braços sobre minha proteção e carinho, ela é tão frágil, insegura, pequena, queria tê-la pra nunca mais perdê-la, mas nem tudo é como queremos. 
Quando saí de meus desvaneios, me deparo com Andrew me fitando com cara de esnobação, e rindo de mim, provavelmente da minha expressão. Andrew era um grande amigo meu, ele também fazia parte do FBI (já contei a vocês que faço parte do FBI? Estou investigando um causo sobre um assassino que anda matando executivos de muito sucesso, há tempos, e não descobri nenhuma informação sobre ele, e é aí que entra a história do chá de sumiço que dei quando os pais de Alice morreram, eu estava treinando pra entrar no FBI quando isso aconteceu, Andrew é meu parceiro, ele investiga e observa as pessoas que suponhamos suspeitas).
- Hey Henri acorda cara, cê tava falando de novo com aquela esquisitinha man?
- Não fale assim dela.
- '' Aiiin Não fala assim dela'' Parei.

- É sério porra, eu amo demais desde pequeno mas ela não me dá a mínima - Andrew gargalho alto, com maldade.
- Cara tu não percebe oque tá fazendo? Você só falta entrar em prantos por causa da esquisita da Alice, tanta menina gostosa, linda, legal se jogando ao seus pés, e você correndo atrás dela.
- Cara, ela não é esquisita, ela é Minha Alice e não quero mais ningém além dela. 
- Tá, tá, cansei de ouvir isso, se quer sofrer, fique a vontade, vamos embora? O sinal tocou e não quero ficar aqui.
Pov's Alice on 


Henri e suas mentiras, acha que vou cair nelas, acha mesmo? Coitado. O pior de tudo é que esse babaca não sai de meus pensamentos, quem vê até pensa, mas é óbvio que não gosto dele, porque gostaria? Certo? Só porque ele é perfeito, carinho, e conheço ele desde minha infância, só por isso? Af merda. Mas isso tudo é mentira, ele me abandonou. Mas e se ele me ama mesmo? E se eu estiver cometendo um erro? E se? Droga, droga.



Mal conseguia respirar em meio as lágrimas, corri pro banheiro, me tranquei, e chorei, chorei, como nuna havia chorado desde a morte dos meus pais, em meio aos soluços, já não sabia mais o motivo de minhas lágrimas.
- Então gente, vamos sábado no bob's?
- Ain, não sei.
- Gente, espera silêncio, eu conheço esse choro. Alice? ..
- Acho que não é ela não, Bella.
- É ela sim Patty, cala a boca.
- Hey meninas não briguem.
- Sthefany, fica quieta.
- Alice .. é você?
- Vão embora - diz Alice com muito esforço, devido ao choro.
- ALice..
-Eu não quero falar com você, vão embora, já disse.
Alguns minutos se passaram, Alice achou que as meninas tinham ido embora, quando se depara com uma cabeça em baixo, a menina estava deitada de bruços, observando-a. 
- Ooooooooooi - a mesma sorri para ela.

- Oooi - essa vinha de cima, Bella havia subido no vaso do banheiro ao lado.
- Oooi - essa vinha de Patty que provavelmente teria subido em cima da que estava deitada.
- Patty gorda sai de cima de mim. 
- Sthefanny cala a tua boca.
Enquanto as três discutiam, Alice lembrava da época em que era feliz, em que matava aula todas juntas e se divertiam. 
- Hey quer me contar oque houve senhorita Alice? - Sthefanny perguntou com uma expressão preocupada.
- É, a gente nuca te viu chorar, oque ele fez? - Isabella 
Alice não respondeu nenhuma delas e continuou a desabar.
- Conte-nos logo antes que eu o mate - Patricia disse com certo tom de raiva.
- Não sei ao certo, só quero sumir daqui.. urgente.
- Certeza?
- Sim.
- Tudo bem vamos te tirar daqui então, tudo bem? Isabella disse com um tom engraçado como se houvesse lhe despertado alguma ideia.
- A gente passa na sua casa depois, ok?
- OK.


Então vamos, eu irei distraia a bruxa (monitora). Sthefanny você, distrai o porteiro, Isabella leve ela até a saida em segurança, porque se alguém nos pega estamos fodidas, e ninguém quer morrer, certo? Patricia agia como se fosse um comandante dando as suas ordens. 
Todas riram e entrarm em ação, tudo deu certo. Alice foi para casa, e não estava nem um pouco afim de se socializar. Ligou para as meninas e disse que iria sair, pois houve um problema na empresa e ela teria que ir resolver. Mas na verdade, passou a tarde toda no quarto, deitada refletindo sobre sua vida, escutando um Rock, digamos que clássico. 
Afim de ir no Starbucks, vestiu um shorts jeans lavagem e uma blusa básica, e tênis. Quando havia chegado, pediu café, e algumas coisas de comer, pra levar para a casa. Logo anoiteceu. No dia seguinte se vestiu, com all star, meia calça escura e jaqueta de couro preta, e o inseparáveis fones de ouvios, podeira ir nua, mas sem os fones, nunca. Chegando lá desceu o carro, com a mesma cara de bosta, de quem ne sendo paga queria ser sociável, de sempre, seus cabelos dançavam conforme o vento da matina, Henri certamente devia estar em seus desvaneios, obervando-a chegar, com um sorriso de quem sente borboletas no estômago e parece aquelas menininhos todo jeitoso. Mas quem o conhecia sabia o nome e sobrenome de seus sintomas, Alice Kallister. Pouco se fudendo pros olhares que a cercavam, que de certa forma já havia se acostumado a muito tempo, entrou no inferno ( escola rsss) Viu uma pessoa de longos e claros cabelos correndo em sua direção, já sabendo quem havia de ser, e não querendo cair no hcão desviou de Sthefanny que quase cai no chão, Isabella a segurou pelas costas, quase fazendo com que ela caisse, e dizendo: - Me segura. Um sorriso sincero surgi no rosto de Alice, que raramente se aparecia. 
Enquanto isso Henri com um amigo..
     Matheus La Torre um menino muito inteligente, calculista, observador, não era atoa que ele era da inteligência do FBI, o conheci a alguns anos atrás no centro de treinamentos do FBI. O menino tinha um longa queda, ou melhor um precipício por Stefanny Rojedo, era apaixonado pela menina desde a 4ª série, diferente de mim nunca se declarou a sua amada.
- Hey retardado, que foi?
- Ham?, oque você disse?- olhei pra ele meio confuso e atordoado.
- Cara se ta bem?- disse olhando pra mim com certa preocupação. 
-Ah to sim, fica tranquilo.
-Hum....mais então ta com essa cara de besta porque?
-Nada não.- legal estava mentindo de novo, só faço isso mesmo ultimamente. 
- Hum, já sei isso tem nome e sobrenome né?- merda de melhor amigo, porque tinha que saber de tudo hein?
- Na boa La Torre, hoje não ok.
-Tá, tá.
-Vamos pra sala?
- Demoro.



Chegando na sala, vi Alice sentada com as meninas ,sorrindo e conversando alegremente... pera... Alice Kallister SORRINDO E CONVERSANDO ALEGREMENTE? UOU... okay, meu deus como ela é tão linda sorrindo... 
- Ai porra. – La Torre olhou pra mim como se dissesse, porra se falou alto demais.
-Ah me desculpe.- olhei pra Alice que ria feito uma hiena da situação e suas amigas não ficavam pra trás. 
- Oi-Oie Steh.- Matheus parecia um pimentão de tão vermelho.
- Oie Matheus. - disse a garota sorrindo e corando no instante seguinte.
Matheus, sorriu de volta para a menina que instantaneamente corou e nos afastamos um pouco delas.
-Sério cara?, oie e ainda gaguejando , mais vermelho que pimentão? sério mesmo?- disse olhando pra ele , que parecia nem me escutar ,estava hipnotizado em Stefanny . 
-Hey, cê ta me ouvindo cara?.
-Ham? Oque? – disse o mesmo, meio perdido.
-NADA – revirei os olhos e sentei e minha cadeira, lá no fundão , não gostava da aula do SR.Flecter então ,prefiri ficar lá mesmo, odeio matemática.
Depois da escola fui pra sede do FBI , chegando lá, apenas mais problemas me esperavam e esses eram dos grandes. Quando adentrei a sala de comando já via Miles, meu chefe, andando de um lado pro outro sem parar.
Por quê só foi chegar agora Owen? – Miles dizia quando outro ser adentrou a sala de comando. – E você Bravanelli? Oque vocês estavam fazendo?
Calma chefinho, você anda muito estressado ultimamente. – reprimi um riso e fui em direção ao meu mentor, Deixando Andrew com nosso chefe boa praça e super simpático. Meu mentor Frankillin ou Frank mesmo, Frank era meu segundo pai , depois que meu pai morreu em um bruto acidente de carro. Desde de então frank é meu segundo pai e também ajuda bastante a minha mãe, tenho minhas desconfianças mais ok.

Oque foi agora Miles?- disse Andrew, parando de irritar nosso ‘chefinho’
Encontraram um pano, melhor dizendo , uma roupa, não conseguimos identificar oque era ao certo. – disse Miles serio. 
Posso ver? – Frank disse, Miles apenas assentiu em confirmação e estendeu o pano a Frank, ele analisou ,analisou e nada.
Posso? – disse esticando minha mão para pegar o pano.
Sim, claro. – disse Frank.
Na hora que bati o olho não pude deixar de lembrar de pequena , o por que? Bom ,porque pequena tinha uma calcinha igualzinha a aquela cor de pano, era rendada e vermelha, como eu amava aquela calcinha, uma voz me chamou me despertando de meus momentos prol pequena.
Eai? Alguma coisa? – disse Andrew.
Bom, isso é de uma mulher , sem sombra de duvida, e suspeito que seja parte de uma lingerie. – todos me olharam e desataram a rir, não entendi isso!
Oque foi? – perguntei um pouco incomodado com aquelas hienas , até meu lindo chefinho tinha caído na gargalhada. – qual é a graça? Arrg..... isso é um assunto sério. 
Não é que, sei lá é bem improvável ser uma mulher, qual é Owen? – disse Andrew, ainda rindo. Mas não podemos desconsiderar essa fato, simplesmente por poder ser uma mulher muito sexy diga de passagem, quando ia pronunciar algo , La torre chegou falando rápido.
Miles, recebemos um chamado ele atacou de novo. E dessa vez é um advogado , Daniell Carlos, 34 anos, solteiro, financeiramente estável e sucedido, causa da morte ainda não sabemos.
Onde é?- disse ,já pegando minhas coisas e fazendo gesto pra que Andrew fizesse o mesmo.
No centro, há 10 minutos daqui, dessa vez ele caprichou.- disse La torre.

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